Velomar tenta promover boicote a Jardel

Ex-prefeito se reúne com presidente de associação dos professores da rede municipal e recomenda a ele não apoiar os projetos de Jardel Sebba para a área de educação; gestão do peemedebista deixou déficit de 1,2 mil vagas nas rede municipal

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Goiás 247_ Fora do Palácio Pirapitinga desde o dia 1º de janeiro, o ex-prefeito de Catalão, Velomar Rios (PMDB), agora dedica o tempo livre a trabalhar contra a administração do sucessor, Jardel Sebba (PSDB). Velomar reuniu-se com o presidente da Associação de Docentes da Rede Municipal de Ensino (Adermec), Luciano Duarte, para que ele assuma postura crítica contra Jardel, mesmo no que tange às ações consideradas positivas no campo da educação.

De acordo com uma pessoa que estava na associação no momento do encontro, o ex-prefeito foi enfático. “Você não pode apoiar os projetos educacionais do município para não dar visibilidade às ações positivas do Jardel.” Ao chegar à porta da Adermec, Velomar protagonizou cena curiosa: depois de quatro anos como prefeito, disse que não sabia que funcionava ali a sede da entidade.

Motivado pela orientação do ex-prefeito, Luciano encampou a saga de Velomar Rios e buscou audiências com o sindicato dos docentes da Universidade Federal de Goiás (UFG) levando uma versão unilateral das novas diretrizes da educação municipal.

Déficit: legado do PMDB

O déficit de mais de 1,2 mil vagas na rede municipal de ensino foi constatado após o processo informatizado de matrículas. O número baixou para 759 vagas reprimidas após a transferência dos alunos mais velhos para a rede estadual. Este dado, recém-divulgado pela Secretaria de Educação do município, é inédito, posto que a gestão anterior nunca publicou informações claras sobre as deficiências que Catalão enfrenta na área educacional.

Além do déficit de vagas na rede municipal de ensino, a herança negativa que Velomar deixou para a administração de Jardel inclui escolas sucateadas e absoluto predomínio do compadrio político em detrimento de capacidade técnica na nomeação de diretores.

Além do grande exército de docentes desviados de suas funções, que se permanecessem fora das salas de aula em 2013, teriam prejudicado turmas que, reunidas, somam mais de 900 alunos.

Com objetivo de por fim na influência política no corpo docente da Rede Municipal de Educação, a prefeitura de Catalão colocou três critérios principais para escolha dos atuais diretores das unidades: Ser servidor do quadro efetivo do Município, ser educador e ser escolhido por seus pares.

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