Verdade ou mentira? Entenda a ligação de Frederick Wassef com seita satanista que sacrificava crianças

O advogado da família Bolsonaro fez parte de um grupo místico chamado Lineamento Universal Superior (Lus), ligado à Ufologia e ao espiritismo e chegou a figurar na lista de suspeitos do desaparecimento do menino Leandro Bossi, de 8 anos, no interior do Paraná, caso que nunca foi concluído

Frederick Wassef
Frederick Wassef (Foto: Reprodução)
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247 - Depois de ter seu nome em todas as manchetes por conta da prisão de Fabrício Queiroz, encontrado em sua casa, em Atibaia, o advogado Frederick Wassef ganhou as redes sociais devido a um episódio polêmico do passado: o desaparecimento do menino Leandro Bossi, de 8 anos. 

Reportagem do jornal O Globo destaca que o nome do advogado da família Bolsonaro ficou ontem entre os assuntos mais comentados no Twitter e que "muitas publicações afirmavam que ele era membro de uma seita satanista que sacrificava crianças e, as graves acusações, eram endossadas por imagens de um exemplar do Jornal do Brasil de 1992, que relatavam o desaparecimento do menino Leandro Bossi, de oito anos, em Guaratuba, no Paraná.”

A matéria informa que “é verdade que Frederick Wassef fazia parte de um grupo místico chamado Lineamento Universal Superior (Lus), ligado à ufologia e ao espiritismo, e de fato figurou na lista de suspeitos do desaparecimento de Leandro. Mas a informação não se confirmou e ele nunca teve a prisão decretada e nem foi formalmente acusado do crime. Também não há evidências de que a seita da qual Wassef era membro fosse ligada ao satanismo.”

Assista comentário do jornalista Leonardo Attuch, do Brasil 247, que traz um perfil de Wassef:  

O jornalista Ivan Mizanzuk, que investiga o caso no Paraná, fez nesta quinta-feira 18 uma transmissão no Youtube para explicar a polêmica envolvendo o nome de Wassef com o crime, e ressaltou que o grupo ao qual Wassef fazia parte não era uma seita satânica. Assista no vídeo abaixo, já no momento da fala sobre o tema:

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