Vereador apoia greve dos frentistas: "é legítima"

Em discussão sobre a greve dos trabalhadores dos postos de combustíveis na Câmara nesta quarta-feira, o líder da oposição, vereador Luiz Carlos Suíca, considerou o movimento legítimo e defendeu a postura adotada pela categoria; "Não consigo entender como é que um sindicato patronal consegue negligenciar as pautas desses trabalhadores e levantar calúnias contra um movimento de pessoas que lutam pelos seus direitos. A situação foi comunicada aos órgãos competentes. O sindicato mantém o efetivo de trabalho conforme determina a lei. Se o patrão não cumpre com acordos mediados na Justiça, a população é quem sente na hora de abastecer", afirma o petista

Em discussão sobre a greve dos trabalhadores dos postos de combustíveis na Câmara nesta quarta-feira, o líder da oposição, vereador Luiz Carlos Suíca, considerou o movimento legítimo e defendeu a postura adotada pela categoria; "Não consigo entender como é que um sindicato patronal consegue negligenciar as pautas desses trabalhadores e levantar calúnias contra um movimento de pessoas que lutam pelos seus direitos. A situação foi comunicada aos órgãos competentes. O sindicato mantém o efetivo de trabalho conforme determina a lei. Se o patrão não cumpre com acordos mediados na Justiça, a população é quem sente na hora de abastecer", afirma o petista
Em discussão sobre a greve dos trabalhadores dos postos de combustíveis na Câmara nesta quarta-feira, o líder da oposição, vereador Luiz Carlos Suíca, considerou o movimento legítimo e defendeu a postura adotada pela categoria; "Não consigo entender como é que um sindicato patronal consegue negligenciar as pautas desses trabalhadores e levantar calúnias contra um movimento de pessoas que lutam pelos seus direitos. A situação foi comunicada aos órgãos competentes. O sindicato mantém o efetivo de trabalho conforme determina a lei. Se o patrão não cumpre com acordos mediados na Justiça, a população é quem sente na hora de abastecer", afirma o petista (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - A greve dos trabalhadores dos postos de combustíveis foi discutida nesta quarta-feira (12) na Câmara de Salvador, após os frentistas paralisarem as atividades em todo o estado, na segunda-feira (10). Quem avaliou o movimento grevista foi o líder da oposição, vereador Luiz Carlos Suíca (PT), que considerou o movimento legítimo e defendeu a postura adotada pelos trabalhadores.

"Não consigo entender como é que um sindicato patronal consegue negligenciar as pautas desses trabalhadores e levantar calúnias contra um movimento de pessoas que lutam pelos seus direitos. A situação foi comunicada aos órgãos competentes. O sindicato mantém o efetivo de trabalho conforme determina a lei. Se o patrão não cumpre com acordos mediados na Justiça, a população é quem sente na hora de abastecer", afirma o petista.

O vereador se refere às afirmações do presidente (patronal) do Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniência do Estado da Bahia (Sindicombustíveis), José Augusto Costa, que acusou "pessoas estranhas à categoria e não classe em si [dos frentistas]" de estarem fazendo o movimento grevista.

Desde o dia 7 as entidades sindicais não chegaram a um consenso, numa tentativa de mediação feita pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia, quando os trabalhadores decidiram pela greve.

"Tentar dividir o movimento e mascarar os impasses de negociações são algumas estratégias do patronato. Precisamos unir forças", diz o diretor de saúde do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis (Simposba), Antônio Lago.

A categoria reivindica reajuste salarial de 12%, contra a proposta de 9% apresentada pelo Sindicombustíveis, além de implantação do plano de saúde, fornecimento de auxílio alimentação no valor de R$ 260 (o valor patronal cogitado é ainda de R$ 220), e pagamento integral (100%) do valor diário de jornada de trabalho feita aos domingos.

O diretor de saúde também reclama das condições de trabalho nos postos de combustíveis. "Os funcionários também são vítimas de assaltos e, muitas vezes, acabam arcando com prejuízos. A população também precisa saber disso".

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