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Vereador cobra fiscalização para garantir cardápios em braile

Bares e restaurantes de Salvador não cumprem uma lei municipal de 1995 que torna obrigatório a existência de cardápios em braile nestes estabelecimentos, segundo o vereador Duda Sanches (PSD); ele cobra fiscalização por parte da Codecon (Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor); "A busca pela acessibilidade tem que ser uma constante na rotina do gestor público. A Codecon precisa agir com mais firmeza e fazer valer o direito destas pessoas"

Bares e restaurantes de Salvador não cumprem uma lei municipal de 1995 que torna obrigatório a existência de cardápios em braile nestes estabelecimentos, segundo o vereador Duda Sanches (PSD); ele cobra fiscalização por parte da Codecon (Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor); "A busca pela acessibilidade tem que ser uma constante na rotina do gestor público. A Codecon precisa agir com mais firmeza e fazer valer o direito destas pessoas" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Bares e restaurantes de Salvador não cumprem uma lei municipal de 1995 que torna obrigatório a existência de cardápios em braile nestes estabelecimentos, segundo o vereador Duda Sanches (PSD). 

Ele afirma que ao tentar apresentar projeto semelhante na Câmara Municipal de Salvador, observou que já havia a lei, porém não era cumprida.

Apesar de não poder colocar em tramitação um projeto que trata do mesmo tema, Duda Sanches cobrou da Codecon (Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor) a fiscalização.

"A busca pela acessibilidade tem que ser uma constante na rotina do gestor público. A Codecon precisa agir com mais firmeza e fazer valer o direito destas pessoas", afirma o vereador.

Ainda de acordo com Duda Sanches, a adequação à norma não custa caro para os comerciantes. "Na Associação de Cegos da Bahia a tradução custa R$ 3 por página. Desta forma o empreendedor vai estar dentro da lei e tornando o seu estabelecimento mais acessível", concluiu.