Vereador denuncia corte de quase R$ 7 bilhões na Assistência Social

Em pronunciamento na Câmara Municipal nesta quinta (28), o vereador Iraguassú Filho (PDT) apontou o corte orçamentário, por parte do governo Michel Temer (PMDB), de quase R$ 7 bilhões para a Assistência Social. Para o parlamentar, o corte é uma falta de compromisso com as pessoas que estão em situação de extrema vulnerabilidade e um indicativo de que o governo fechará vários serviços. “A gente vê claramente uma desconstrução da política de assistência social e aonde vai parar? Vão acabar com o SUAS? A revolta é muito grande pois assistimos ao retrocesso”, disse

Em pronunciamento na Câmara Municipal nesta quinta (28), o vereador Iraguassú Filho (PDT) apontou o corte orçamentário, por parte do governo Michel Temer (PMDB), de quase R$ 7 bilhões para a Assistência Social. Para o parlamentar, o corte é uma falta de compromisso com as pessoas que estão em situação de extrema vulnerabilidade e um indicativo de que o governo fechará vários serviços. “A gente vê claramente uma desconstrução da política de assistência social e aonde vai parar? Vão acabar com o SUAS? A revolta é muito grande pois assistimos ao retrocesso”, disse
Em pronunciamento na Câmara Municipal nesta quinta (28), o vereador Iraguassú Filho (PDT) apontou o corte orçamentário, por parte do governo Michel Temer (PMDB), de quase R$ 7 bilhões para a Assistência Social. Para o parlamentar, o corte é uma falta de compromisso com as pessoas que estão em situação de extrema vulnerabilidade e um indicativo de que o governo fechará vários serviços. “A gente vê claramente uma desconstrução da política de assistência social e aonde vai parar? Vão acabar com o SUAS? A revolta é muito grande pois assistimos ao retrocesso”, disse (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O vereador Iraguassú Filho (PDT) demonstrou, nesta quinta-feira (28), preocupação com a “destruição” das políticas sociais no governo do Temer e apontou o corte orçamentário de quase R$ 7 bilhões para a Assistência Social. De acordo com o parlamentar, o município de Fortaleza já vem sentindo os impactos dessa política devido ao atraso no repasse dos recursos federais.

“O tema aqui que nos traz é exatamente essa situação que a gente tem visto no governo federal, a destruição das políticas sociais, a relação trabalhista sendo flexibilizada, a terceirização ilimitada do setor público, o congelamento dos recursos para saúde e educação. Uma realidade já sentida pelo nosso município com o atraso no repasse dos recursos federais”, destacou, em pronunciamento na Câmara Municipal.

De acordo com o parlamentar, o Conselho Nacional de Assistência Social lançou uma nota de repúdio devido aos cortes previstos na proposta orçamentária da assistência social 2018 do governo federal. Na nota, o Conselho afirma que a proposta prevê um corte de mais de R$ 3 bilhões nas despesas dos serviços, programas e projetos da Assistência Social, o que representa o percentual de corte de 98,05% e, das despesas dos benefícios destinados as pessoas idosas e com deficiência no valor de R$ 3.8 bilhões.

O Conselho também destaca que a Assistência Social representa cerca de 13,9 milhões de famílias beneficiadas do Programa Bolsa Família, quase 14 mil entidades de Assistência Social no Brasil, 5.570 municípios que ofertam serviços diretamente e mais de 600 mil trabalhadores no Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Para o parlamentar, o corte previsto pelo governo é uma falta de compromisso com as pessoas que estão em situação de extrema vulnerabilidade e um indicativo de que o governo fechará vários serviços na Assistência Social. “A gente vê claramente uma desconstrução da política de assistência social e aonde vai parar? Vão acabar com o SUAS? A revolta é muito grande pois assistimos ao retrocesso”, frisou.

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