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Vereador vai pedir anulação de reajuste

Djalma Araújo denuncia manobra política e ilegalidade na votação que concedeu aumento de 35,5% aos salários do prefeito e dos vereadores; petista, primeiro secretário da Câmara, alega que matéria não teve sua assinatura, o que segundo ele fere o regimento da Casa; abaixo assinado pede veto do prefeito Paulo Garcia, que pela lei terá salário idêntico ao da presidenta Dilma

Vereador vai pedir anulação de reajuste (Foto: Alberto Maia/Divulgação)
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Goiás247_ O vereador Djalma Araújo (PT), primeiro secretário da Câmara, irá acionar o Ministério Público e pedir a nulidade da votação que aprovou o projeto de lei da Mesa Diretora da Casa que fixa os subsídios de 35,5% do prefeito, vice-prefeito, secretários municipais e vereadores para o período 2013/2016. O petista se defende e refuta todo e qualquer apontamento que tenha sido favorável a medida, já que sequer assinou o documento que autoriza o projeto para ser apreciado em Plenário.

Djalma, membro da Mesa Diretora, afirma que, segundo o regimento interno da Casa, qualquer ato/projeto da Câmara para ter validade, precisa da assinatura do presidente e dos secretários. Ele informa que não assinou o documento por ser contra o reajuste.

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“Não ter assinado este projeto de lei demonstra claramente minha oposição ao aumento salarial”, defende-se o vereador, que não estava presente à sessão que aprovou o aumento em segunda votação. Djalma afirma que irá questionar a validade do documento no MP ainda esta semana, já que a ausência da assinatura torna a aprovação do reajuste ilegal. “Nunca utilizei a política para favorecimento financeiro e não será agora”, diacursa

O vereador pontua que houve manobra política no momento da votação e que eles esperaram a ausência de alguns vereadores para avocar a votação. “A lista que estão divulgando por aí, que tem meu nome como favorável ao aumento, é mentirosa. Minha trajetória como vereador é de luta e de muita lisura.”

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Petição popular

O reajuste aprovado na Câmara, que precisa de sanção do prefeito Paulo Garcia (PT), alvo de uma petição pública na internet defendendo o veto à medida. O abaixo assinado já se aproxima dos 5 mil signatários e pode ser acessados aqui. Na sessão que aprovou o aumento, cinco vereadores votaram contra a matéria: Elias Vaz (PSol), Geovani Antônio (PSDB), Simeyson Silverira (PSC), Virmondes Cruvinel (PSD) e Paulo Borges (PMDB).

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Abaixo, o projeto, sem a assinatura de Djalma:

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