Vereadores adiam votação do reajuste dos servidores municipais

Os vereadores de Salvador adiaram para dia 18 a votação do reajuste salarial proposto pela prefeitura para os servidores; a Câmara justificou o adiamento com 'objetivo de ganhar tempo para aprofundar a negociação com o Executivo sobre o pagamento do piso nacional dos agentes comunitários de saúde e de endemias, no valor de R$1.014; o líder do DEM, vereador Leo Prates (foto), afirmou que a bancada do governo estava pronta para aprovar o reajuste, mas acatou o pedido do líder da oposição, Luiz Carlos Suíca (PT), para buscar uma solução para o impasse em relação ao piso dos agentes de saúde

Os vereadores de Salvador adiaram para dia 18 a votação do reajuste salarial proposto pela prefeitura para os servidores; a Câmara justificou o adiamento com 'objetivo de ganhar tempo para aprofundar a negociação com o Executivo sobre o pagamento do piso nacional dos agentes comunitários de saúde e de endemias, no valor de R$1.014; o líder do DEM, vereador Leo Prates (foto), afirmou que a bancada do governo estava pronta para aprovar o reajuste, mas acatou o pedido do líder da oposição, Luiz Carlos Suíca (PT), para buscar uma solução para o impasse em relação ao piso dos agentes de saúde
Os vereadores de Salvador adiaram para dia 18 a votação do reajuste salarial proposto pela prefeitura para os servidores; a Câmara justificou o adiamento com 'objetivo de ganhar tempo para aprofundar a negociação com o Executivo sobre o pagamento do piso nacional dos agentes comunitários de saúde e de endemias, no valor de R$1.014; o líder do DEM, vereador Leo Prates (foto), afirmou que a bancada do governo estava pronta para aprovar o reajuste, mas acatou o pedido do líder da oposição, Luiz Carlos Suíca (PT), para buscar uma solução para o impasse em relação ao piso dos agentes de saúde (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Os vereadores de Salvador adiaram para dia 18 a votação em plenário o reajuste salarial proposto pela prefeitura para os servidores. A Câmara justificou o adiamento com 'objetivo de ganhar tempo para aprofundar a negociação com o Executivo sobre o pagamento do piso nacional dos agentes comunitários de saúde e de endemias, no valor de R$1.014.

O acordo dos líderes partidários incluiu também suspender a votação do PL (projeto de lei) nº 166/15, do Executivo, que institui a Política Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A matéria institui ainda o Cadastro Municipal de Atividades Potencialmente Degradadoras e Utilizadoras de Recursos Naturais e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental.

Projetos aprovados

Fruto de acordo do colégio de líderes, foram aprovados na sessão de quarta-feira (12) 40 projetos da ordem do dia, de iniciativa dos parlamentares. O vereador Leo Prates (DEM) chamou atenção para o fato de a Câmara ter promovido quatro sessões de votação, nas últimas quartas-feiras, esvaziando a pauta "e dando uma demonstração de responsabilidade com a cidade". "Esta Casa vem cumprindo seu papel", disse o democrata.

Segundo Prates, a bancada do governo estava pronta para aprovar o reajuste salarial dos servidores, mas acatou o pedido do líder da bancada da oposição, Luiz Carlos Suíca (PT), para buscar uma solução para o impasse em relação ao piso dos agentes de saúde.

Das galerias, dezenas de agentes comunitários e de combate a endemias gritavam "o piso é nosso, ninguém tira da gente/direito garantido não se compra e não se vende".

O projeto que reajusta os vencimentos dos servidores fixa em 6,5% o aumento do Grupo Ocupacional Saúde, cargos comissionados e funções de confiança; 13,86% o dos agentes de saúde; e 8,14% o do Grupo Magistério, além de definir os subsídios dos conselheiros tutelares em R$2.433,55.

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