Vereadores aprovam lei que proíbe Uber em Salvador

Com a galeria da Câmara tomada por taxistas na sessão ordinária desta quarta-feira, os vereadores aprovaram por unanimidade o projeto de lei de autoria de Alfredo Mangueira (PMDB) que proíbe o funcionamento do Uber em Salvador; proibição ao serviço particular de transporte, segundo Mangueira, "justifica-se por ser uma concorrência desleal e perigosa" com o serviço tradicional de táxi. Ele argumenta que o sistema é clandestino, e "vende a falsa ideia de um transporte seguro, confortável e rápido aos usuários"

Com a galeria da Câmara tomada por taxistas na sessão ordinária desta quarta-feira, os vereadores aprovaram por unanimidade o projeto de lei de autoria de Alfredo Mangueira (PMDB) que proíbe o funcionamento do Uber em Salvador; proibição ao serviço particular de transporte, segundo Mangueira, "justifica-se por ser uma concorrência desleal e perigosa" com o serviço tradicional de táxi. Ele argumenta que o sistema é clandestino, e "vende a falsa ideia de um transporte seguro, confortável e rápido aos usuários"
Com a galeria da Câmara tomada por taxistas na sessão ordinária desta quarta-feira, os vereadores aprovaram por unanimidade o projeto de lei de autoria de Alfredo Mangueira (PMDB) que proíbe o funcionamento do Uber em Salvador; proibição ao serviço particular de transporte, segundo Mangueira, "justifica-se por ser uma concorrência desleal e perigosa" com o serviço tradicional de táxi. Ele argumenta que o sistema é clandestino, e "vende a falsa ideia de um transporte seguro, confortável e rápido aos usuários" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 -  Com a galeria da Câmara Municipal tomada por taxistas na sessão ordinária desta quarta-feira (27), os vereadores aprovaram por unanimidade o projeto de lei de autoria de Alfredo Mangueira (PMDB) que proíbe o funcionamento do Uber em Salvador.

A proibição ao serviço particular de transporte de passageiros, segundo Mangueira, "justifica-se por ser uma concorrência desleal e perigosa" com o serviço tradicional de táxi. Ele argumenta que o sistema é clandestino, e "vende a falsa ideia de um transporte seguro, confortável e rápido aos usuários".

O presidente da Comissão de Transporte, Trânsito e Serviços Municipais, vereador Euvaldo Jorge (PPS), defendeu a proibição, frisando que os taxistas serão ainda mais sacrificados com a concorrência.

"Eles já enfrentam a falta de segurança diária, pagam seus tributos, não é justo ainda ter que disputar com transporte clandestino".

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