Vereadores faltam votações e travam Câmara

Os poucos vereadores presentes na Câmara ontem ao final da sessão reclamaram da falta de quórum para a realização de votações; o problema tem sido constante; a maioria dos parlamentares participa do início dos trabalhos, discursa no Pequeno e Grande Expediente, mas não permanece até a segunda parte dos trabalhos quando é necessário que eles confirmem a presença para que haja discussão e votação de projetos, função principal do vereadores; é preciso ter 13 presentes para que isso ocorra; ontem, eram apenas dez; o vereador Emmanuel Nascimento (PT), que já foi presidente da Câmara, tem reclamado sempre que não ocorrem votações; “Do jeito que está, a Casa não está cumprindo seu papel”, afirmou

Os poucos vereadores presentes na Câmara ontem ao final da sessão reclamaram da falta de quórum para a realização de votações; o problema tem sido constante; a maioria dos parlamentares participa do início dos trabalhos, discursa no Pequeno e Grande Expediente, mas não permanece até a segunda parte dos trabalhos quando é necessário que eles confirmem a presença para que haja discussão e votação de projetos, função principal do vereadores; é preciso ter 13 presentes para que isso ocorra; ontem, eram apenas dez; o vereador Emmanuel Nascimento (PT), que já foi presidente da Câmara, tem reclamado sempre que não ocorrem votações; “Do jeito que está, a Casa não está cumprindo seu papel”, afirmou
Os poucos vereadores presentes na Câmara ontem ao final da sessão reclamaram da falta de quórum para a realização de votações; o problema tem sido constante; a maioria dos parlamentares participa do início dos trabalhos, discursa no Pequeno e Grande Expediente, mas não permanece até a segunda parte dos trabalhos quando é necessário que eles confirmem a presença para que haja discussão e votação de projetos, função principal do vereadores; é preciso ter 13 presentes para que isso ocorra; ontem, eram apenas dez; o vereador Emmanuel Nascimento (PT), que já foi presidente da Câmara, tem reclamado sempre que não ocorrem votações; “Do jeito que está, a Casa não está cumprindo seu papel”, afirmou (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - Os poucos vereadores presentes na Câmara ontem ao final da sessão reclamaram da falta de quórum para a realização de votações. O problema tem sido constante. A maioria dos parlamentares participa do início dos trabalhos, discursa no Pequeno e Grande Expediente, mas não permanece até a segunda parte dos trabalhos quando é necessário que eles confirmem a presença para que haja discussão e votação de projetos. É preciso ter 13 vereadores para que isso ocorra. Ontem, havia apenas dez.

O vereador Emmanuel Nascimento (PT), que já foi presidente da Câmara, tem reclamado sempre que não ocorrem votações. Ontem, ele pediu “pelo amor de Deus” que os parlamentares fiquem nas sessões até o final para que os projetos possam ser analisados. “Do jeito que está, a Casa não está cumprindo seu papel”, afirmou. Após a fala do petista, os demais presentes fizeram coro e cobraram mais efetividade no andamento das atividades parlamentares.

Bertulino Menezes, do PSB, chamou a atenção para o fato dos vereadores “só trabalharem duas horas por dia e em apenas três dias por semana”. “Na hora de votar, não vota. É preciso mais respeito à sociedade sergipana”, afirmou.

O vereador Nitinho Vitale (DEM) disse que é “preciso cortar na carne” e alterar o regimento interno que permite que o vereador confirme presença na sessão, mas se retire antes do seu encerramento, sem sofrer qualquer penalização. “A gente caminha para ter as sessões em canal de TV aberto. Imagine uma tragédia dessa em TV aberta”, afirmou.

Lucas Aribé, do PSB, afirmou que “os vereadores são muito bem pagos para cumprir seu trabalhos, mas não têm levado isso a sério”. “O povo quer que a gente demonstre compromisso”, afirmou ele, ressalvando que a bancada de oposição tem comparecido às sessões. “Os vereadores de oposição sempre estão presentes, mas a situação que tem 18 parlamentares não consegue manter o quórum mínimo”, criticou.

O petista Emerson Ferreira afirmou que os vereadores precisam parar “de representar que representam o povo”. “Temos que assumir na efetividade o nosso dever. O que tem válido aqui não é a regra, mas a exceção. Quem mais apresenta projetos aqui é o prefeito, que sempre pede para que a votação seja às pressas. Isso não está correto”, ponderou.

Adelson Barreto Filho (PSL) afirmou que a Câmara precisa refletir sobre o seu papel. “A pauta precisa ser apreciada. A situação que estamos vivendo está enfraquecendo a democracia, engessando os nossos trabalhos”, afirmou.

Já Lucimara Passos (PC do B) cobrou da Mesa Diretora que atualize os dados sobre a presença dos vereadores na página da Câmara na internet. “A última atualização do site é do período que Emmanuel era presidente”, frisou. Ela também cobrou que a transmissão das sessões no rádio e no site ocorra de forma integral.

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