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Vereadores tentam evitar violência em desocupação

Grupo protocola na Justiça na manhã desta segunda-feira (23) pedido para que a retirada dos professores municipais que ocupam o plenário da Câmara Municipal há duas semanas seja feita de forma pacífica, por meio de diálogo e de negociação; prefeitura não enviou representante à reunião realizada pelo Comitê de Crise, na última sexta-feira (20), com vereadores, grevistas, Estado e Ministério Público; servidores reduziram exigências para deixar plenário e reivindicações não terão impacto financeiro imediato, invalidando o argumento usado pela administração municipal de não negociar para não descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal

Grupo protocola na Justiça na manhã desta segunda-feira (23) pedido para que a retirada dos professores municipais que ocupam o plenário da Câmara Municipal há duas semanas seja feita de forma pacífica, por meio de diálogo e de negociação; prefeitura não enviou representante à reunião realizada pelo Comitê de Crise, na última sexta-feira (20), com vereadores, grevistas, Estado e Ministério Público; servidores reduziram exigências para deixar plenário e reivindicações não terão impacto financeiro imediato, invalidando o argumento usado pela administração municipal de não negociar para não descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - Vereadores de Goiânia vão protocolar na justiça, nesta segunda-feira (23), às 10 horas, pedido para que a retirada dos  professores municipais que ocupam o plenário da Câmara Municipal há duas semanas seja feita de forma pacífica, por meio de diálogo e negociação. “Queremos evitar uma tragédia. A prefeitura está se omitindo nas negociações e resumindo tudo a um problema apenas da polícia e dos trabalhadores”, afirma o vereador Elias Vaz (PSB). A solicitação será destinada ao juiz Fabiano Aragão, o mesmo que concedeu liminar determinando a desocupação do plenário e autorizando, se for preciso, a ação policial.

A prefeitura não enviou representante à reunião realizada pelo Comitê de Crise, na última sexta-feira, com vereadores, grevistas, Estado e Ministério Público. Os servidores reduziram as exigências para deixar o plenário. A pauta de reinvindicações não terá impacto financeiro imediato para a prefeitura, o que invalida o argumento usado pela administração municipal de não negociar para não descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Alguns pedidos são de que a prefeitura não corte o ponto dos grevistas, negocie a reposição das aulas e não cobre a multa diária a que eles estão sujeitos por causa da paralisação.

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O presidente do Comitê de Crise, coronel Edson Costa Araújo, procurou o prefeito ainda na sexta-feira para levar as reivindicações, em busca de uma solução que não exija o uso de força policial para a desocupação da Câmara. Mas ele não foi recebido por Paulo Garcia e por nenhum secretário e protocolou o documento na prefeitura. Até hoje, não obteve resposta da administração municipal. “A retirada está marcada para terça-feira e o nosso temor é que aconteça uma tragédia realmente. O prefeito, que já se omitiu na concessão de direitos básicos dos servidores, retirando adicionais por meio de decreto e se negando a conceder a data-base, prevista na Constituição, se omite mais uma vez esperando que a polícia resolva uma situação causada pela falta de diálogo e de respeito com o trabalhador, por ações desastrosas desta administração”, ressalta Elias Vaz.

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