Vice-governador se desculpa por 'cagar e andar'

Depois de dizer que estava "cagando e andando, em bom português, na cabeça de todos esses cornos" por ter seu nome denunciado pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato, o vice-governador da Bahia, João Leão, divulgou nota à imprensa pedindo desculpas e dizendo que está "surpreso e indignado"

Depois de dizer que estava "cagando e andando, em bom português, na cabeça de todos esses cornos" por ter seu nome denunciado pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato, o vice-governador da Bahia, João Leão, divulgou nota à imprensa pedindo desculpas e dizendo que está "surpreso e indignado"
Depois de dizer que estava "cagando e andando, em bom português, na cabeça de todos esses cornos" por ter seu nome denunciado pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato, o vice-governador da Bahia, João Leão, divulgou nota à imprensa pedindo desculpas e dizendo que está "surpreso e indignado" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Depois de dizer que estava "cagando e andando, em bom português, na cabeça de todos esses cornos" por ter seu nome denunciado pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato, o vice-governador da Bahia, João Leão (PP), divulgou nota à imprensa pedindo desculpas e dizendo que está "surpreso e indignado". Abaixo a íntegra da nota.

"Gostaria de dar a exata dimensão das minhas palavras, amplamente divulgadas pela imprensa, em reação à inclusão do meu nome na lista dos políticos que podem ser investigados pela Justiça na chamada Operação Lava Jato.

Foram considerações feitas num momento de profunda indignação e surpresa. Fiquei muito triste porque ao longo de 28 anos de vida política jamais passei por tamanha crueldade.
Peço desculpas à sociedade.

Repito: as palavras foram proferidas em um momento de surpresa e indignação por ver-me equivocadamente envolvido.

Não há, da minha parte, nenhuma intenção de ofender o Ministério Público, o Poder Judiciário, ou quaisquer outras instituições essenciais na manutenção do estado democrático de direito, nem pessoas.

Exercerei meu amplo direito de defesa e provarei a minha inocência.

Peço a Deus serenidade. Confio na democracia brasileira, e com o apoio da minha família e dos meus amigos contribuirei para que a verdade surja".

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