Vice-líder do PMDB: "Nunca ouvimos queixa da Dilma"

Em entrevista ao Bahia 247, o vice-líder do PMDB na Câmara, Lúcio Vieira Lima, disse que o partido não dá importância aos petistas que se queixam da relação; "Nunca ouvimos da presidenta Dilma nem do Lula nenhuma queixa contra o PMDB"; contudo, ele pondera que se o PT optar pelo rompimento, "também não será problema"; "Não precisa confusão. Se o PT acha que é ruim a aliança com o PMDB, eles tomem suas providências. Está na mão do PT. Nossa relação é igual a de marido e mulher. Quando um não quer, dois não brigam"

Vice-líder do PMDB: "Nunca ouvimos queixa da Dilma"
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Romulo Faro - Bahia 247

Os caciques do PMDB preferiram não dar importância às declarações do líder da corrente interna do PT Markus Sokol, que em entrevista ao portal IG chamou o vice-presidente da República, Michel Temer, de sabotador e defendeu o rompimento da aliança que elegeu a presidente Dilma Rousseff.

Em entrevista ao Bahia 247, o vice-líder do PMDB na Câmara, deputado Lúcio Vieira Lima, disse que não reconhece Sokol como "alguém que fale pelo governo nem pelo PT" na relação com o maior partido da base aliada.

"Sinceramente, o PMDB não está preocupado com o que ele diz. Nunca ouvimos da presidenta Dilma nem do ex-presidente Lula nenhuma queixa contra o PMDB".

Lúcio Vieira Lima comentou também o posicionamento do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que "se a bancada do PMDB continuar sujeita a interesses meramente fracionários e regionais, acho que o PMDB se torna mais um problema do que uma solução".

O vice-líder do partido afirmou ao 247 que "também não seria nenhum problema" para o partido aceitar um possível rompimento proposto pelo PT e deixou inteiramente a cargo dos petistas a manutenção da aliança para 2014.

"Não precisa confusão. Se o PT acha que é ruim a aliança com o PMDB, eles tomem suas providências. Está na mão do PT. Nossa relação é igual a de marido e mulher. Quando um não quer, dois não brigam".

O peemedebista volta a negar que o partido pressione a presidente Dilma de alguma forma por mais poder no governo.

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