Vicentinho Alves deve votar pelo impeachment

O senador Vicentinho Alves (PR-TO) deve mudar o voto sobre o impeachment da presidente Dilma; o parlamentar havia dito que votaria contra o afastamento da petista, mas, por orientação do líder do PR no Senado, Wellington Fagundes, e da executiva nacional da legenda, o congressista deve rever sua posição; o senador se diz indeciso, enquanto aguarda a análise do mérito do pedido de impeachment

O senador Vicentinho Alves (PR-TO) deve mudar o voto sobre o impeachment da presidente Dilma; o parlamentar havia dito que votaria contra o afastamento da petista, mas, por orientação do líder do PR no Senado, Wellington Fagundes, e da executiva nacional da legenda, o congressista deve rever sua posição; o senador se diz indeciso, enquanto aguarda a análise do mérito do pedido de impeachment
O senador Vicentinho Alves (PR-TO) deve mudar o voto sobre o impeachment da presidente Dilma; o parlamentar havia dito que votaria contra o afastamento da petista, mas, por orientação do líder do PR no Senado, Wellington Fagundes, e da executiva nacional da legenda, o congressista deve rever sua posição; o senador se diz indeciso, enquanto aguarda a análise do mérito do pedido de impeachment (Foto: Leonardo Lucena)
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247, com Reuters - O senador Vicentinho Alves (PR-TO) deve mudar o voto sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A informação foi publicada no site do Cleber Toledo. O parlamentar havia dito que votaria contra o afastamento da petista, mas, por orientação do líder do PR no Senado, Wellington Fagundes, e da executiva nacional da legenda, o congressista deve rever sua posição. O senador se diz indeciso, enquanto aguarda a análise do mérito do pedido de impeachment.

Na Câmara, o filho do senador, o deputado federal Vicentinho Júnior (PR), foi membro da comissão especial do impeachment, e votou contra o afastamento da presidente na comissão e no plenário.

O plenário do Senado deve votar no dia 12 de maio a admissibilidade do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, calcula o futuro presidente da comissão especial que analisará o tema na Casa, em votação que resultará no afastamento imediato da presidente por até 180 dias, caso seja aceita a denúncia.

Nesta segunda-feira (25), os 21 titulares e 21 suplentes da comissão especial serão eleitos pelo plenário. Segundo o senador Raimundo Lira (PMDB-PB), na manhã da terça ocorrerá a eleição do presidente da comissão--cargo para o qual ele foi indicado por pertencer à maior bancada da Casa--, e a escolha do relator. O PSDB, indicou o senador tucano Antonio Anastasia (MG), muito próximo de Aécio Neves (MG), para a relatoria.

“Votado o relatório no dia 9 (de maio, última dia de funcionamento da comissão) na comissão, esse relatório será encaminhado para o plenário para ser votado no dia 12”, explicou Lira, que calcula o prazo de funcionamento da comissão em 10 dias úteis a partir da sua criação nesta segunda-feira.

O senador disse ainda ter a expectativa de ouvir tanto a acusação como a defesa da presidente ainda nesta semana.

O cronograma, no entanto, precisa ser submetido a voto e aprovado pelos integrantes da comissão.

 

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