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Vicentinho reforça convite a Kátia e condena golpe

O senador Vicentinho Alves ligou para a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu (PMDB-TO), convidou a peemedebista para ingressar no PR, partido que ele preside no Tocantins; "Disse a ela que o PR está de braços e coração abertos para recebê-la", contou; sobre o processo de impeachment da presidente Dilma, ele disse que dar seu voto "nesta armação que o Brasil está assistindo, e olha que não votei na presidente Dilma, mas não está certo como a coisa está se processando. Impopularidade se resolve no voto"

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza audiência pública para instruir a PEC 51/2015, que regulariza situação de titulares e servidores de cartórios. À bancada, senador Vicentinho Alves (PR-TO). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O senador Vicentinho Alves ligou para a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu (PMDB-TO), nesta quarta-feira (30) e convidou a peemedebista para ingressar no PR, partido que ele preside no Tocantins. "Disse a ela que o PR está de braços e coração abertos para recebê-la", contou o senador.

Segundo ele, Kátia "vem somar" no PR, porque "é uma grande liderança". "A senadora lembrou dos diversos momentos em que estivemos juntos na política do Tocantins e ficou de pensar", disse Vicentinho, lembrando que, nas eleições de 2002, fez uma dobradinha com Kátia, quando ela disputou vaga na Câmara Federal e ele na Assembleia. "Nós dois fomos os mais bem votados do Estado", disse o republicano, conforme relato do site do Cleber Toledo.

Antes do senador, a ministra tinha sido convidada pelas deputadas republicanas Christiane Yared (PR), Gorete Pereira (CE), Magda Mofatto (GO) e Zenaide Maia (RN), a ingressar no partido.

Impeachment

O parlamentar afirmou que ele e seu filho, o deputado federal Vicentinho Júnior, votarão contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). "Não dou meu voto nesta armação que o Brasil está assistindo, e olha que não votei na presidente Dilma, mas não está certo como a coisa está se processando. Impopularidade se resolve no voto", defendeu Vicentinho.

Segundo ele, existe a orientação do PR para que seus congressistas fiquem com a presidente Dilma. "A pergunta que deve se fazer é: vai melhorar o Brasil no dia seguinte ao impeachment? A resposta é não. Então, por que vou votar pelo impeachment? Veja que o próprio Renan [Calheiros, presidente do Senado], que é do PMDB, está contra esta armação", afirmou Vicentinho.

O senador afirmou que, "em três minutos", o PMDB deixou claro ao País a "armação" em andamento. Alves fez referência ao tempo da reunião do diretório nacional na terça-feira (22) para anunciar o rompimento do partido com o governo Dilma.