Você conhece a história do anel de noivado?

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Você conhece a história do anel de noivado?

Até hoje é comum os mais românticos sonharem como o momento do pedido do casamento e seu símbolo mais significativo: o anel de noivado. Mas engana-se quem pensa que essa é uma prática da história recente.

Segundo historiadores, desde o antigo Egito há registros da utilização de anéis de noivado. Por volta de 2800 a.C, por exemplo, as joias feitas puramente em ouro e prata simbolizavam que o homem passava a compartilhar sua riqueza com a futura esposa.

Passados os anos, também se notava o uso da peça na Grécia e em Roma, principalmente em razão do período obrigatório de espera entre o noivado e o casamento – imposto pelo papa Inocêncio III. Os aros de metal representavam o comprometimento do casal, acima de tudo.

Mas foi só em 1477 que o anel passou a ser utilizado da forma mais clássica como conhecemos até hoje: com uma pedra. A primeira joia deste tipo foi dada à Condessa Maria de Borgonha pelo Arquiduque Maximiliano da Áustria. A peça era cravejada de diamantes formando a letra M – em alusão ao seu nome, Maria.

Desde então, o anel de noivado passou a viver no imaginário das mulheres que sonhavam com o pedido dos sonhos e a pedra mais famosa do mundo. A popularização, inclusive, é associada a uma bem-sucedida campanha de marketing da joalheria De Beers, em 1930, que afirmava que diamantes eram para sempre.

Depois, em 1886 outra famosa marca consagrou o modelo solitário. A joalheria Tiffany & Co, com sua icônica caixinha azul, tornou esse tipo de anel o favorito das noivas.

De lá para cá, novos modelos, materiais, cores e pedras se associaram para criar novas opções para os apaixonados de plantão. Encontrar um anel de noivado ideal é uma tarefa que exige atenção e carinho. 

Afinal, ele simboliza o elo eterno do amor entre um casal e vai acompanhar a noiva pelo resto da vida; isso porque, segundo a tradição, mesmo após o casamento o anel segue na mão esquerda, junto da aliança.

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