Wagner contesta agressividade e sugere revisão do PT em SP
Governador da Bahia e cotado para ser ministro estratégico em caso de reeleição da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner, foco da campanha do PT nacional deve ser a aproximação com o eleitor e não com lideranças: ‘Não acho que ela tem que bater. Não precisamos negar o próximo, o adversário. A gente tem que mostrar que a gente é melhor’; quando ao resultado das eleições, diz que “o fato de o PT não ter tido um bom desempenho em São Paulo, significa que tem que repensar o PT de São Paulo e não o PT do Brasil"
247 – O governador da Bahia, Jaques Wagner, cotado para ser ministro estratégico em caso de reeleição da presidente Dilma Rousseff, propõe uma reflexão ao partido.
Ele aconselha o PT a ser menos agressivo em sua campanha contra o tucano Aécio Neves no 2° turno: "Não acho que ela tem que bater. A gente precisa afirmar o projeto que a gente fez e tem feito pelo Brasil. Não precisamos negar o próximo, o adversário. A gente tem que mostrar que a gente é melhor. Sempre defendi que, em vez de destruir, a gente tem de ultrapassar o adversário", disse em entrevista ao Valor.
Além disso, sugere que o foco da campanha deve ser a aproximação com o eleitor e não com lideranças, como Marina Silva (PSB): "O fato de o PT não ter tido um bom desempenho em São Paulo, significa que a gente tem que repensar o PT de São Paulo e não o PT do Brasil".
Ele afirma ainda que o PT de Minas, por ter ganho o governo, com Fernando Pimentel, e o da Bahia, por ter eleito o governador, "ganharam relevância". Citou, ainda, a boa votação do governador eleito do Piauí, Wellington Dias (leia mais).
