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Wagner: "Gabrielli fica até o fim do meu governo"

Jaques Wagner descarta demitir José Sérgio Gabrielli da Secretaria do Planejamento da Bahia por suposta irritação da presidente Dilma Rousseff com fala do ex-presidente da Petrobras sobre Pasadena; "Cada um externa sua opinião. Ele continua até 31 de dezembro"; membro do conselho da Petrobras em 2005, quando foi decidido comprar a refinaria, Wagner reitera viabilidade do negócio; "Você trabalha com cenários. No traçado de 2006, foi uma compra baseada em cima do desenvolvimento estratégico. Veio 2008, cresceu o mercado brasileiro e houve crise no mercado americano. O cenário mudou"

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Jaques Wagner descarta demitir José Sérgio Gabrielli da Secretaria do Planejamento da Bahia por suposta irritação da presidente Dilma Rousseff com fala do ex-presidente da Petrobras sobre Pasadena; "Cada um externa sua opinião. Ele continua até 31 de dezembro"; membro do conselho da Petrobras em 2005, quando foi decidido comprar a refinaria, Wagner reitera viabilidade do negócio; "Você trabalha com cenários. No traçado de 2006, foi uma compra baseada em cima do desenvolvimento estratégico. Veio 2008, cresceu o mercado brasileiro e houve crise no mercado americano. O cenário mudou" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Governador da Bahia, Jaques Wagner descarta possibilidade de demitir José Sérgio Gabrielli da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan) por suposto pedido da presidente Dilma Rousseff, que teria ficado irritada com fala do ex-presidente da Petrobras sobre polêmica refinaria de Pasadena, no Texas, EUA. "Cada um externa sua opinião. Ele continua até 31 de dezembro".

Membro do conselho da Petrobras em 2005, quando a estatal decidiu comprar a refinaria, Wagner, reitera discurso de Dilma (presidente do conselho à época) e do então presidente da empresa Sérgio Gabrielli de que negócio era vantajoso com base em estudos feitos antes da compra.

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Compra de 50% da refinaria foi feita em 2006 por US$ 360 milhões. Uma cláusula denominada "Put Option", presente no contrato da transação, elevou, em 2012, o montante para US$ 820,5 milhões após briga judicial com a belga Astra Oil, que determinou à empresa brasileira obtenção das ações remanescentes.

Jaques Wagner disse em entrevista ao site Bahia Notícias que analisou um "relatório executivo" sobre a compra, baseado em "critérios estratégicos".

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"A primeira decisão foi em fevereiro ou março de 2005, quando uma avaliação do crescimento da estatal concluiu que era importante o posicionamento no mercado americano. Até fevereiro de 2006, foram estudadas possibilidades e apareceu essa refinaria. Nós votamos que era importante concretizar a aquisição e, então, foi produzido um contrato de 3 mil páginas, que tem inúmeras clausulas. Eu não conheço todas, nem era para conhecer porque, em uma estrutura como a da Petrobras, há filtros desde as gerências até o conselho de administração".

Governador admite que "ninguém lê" um relatório "tão grande". "Quem sabe o que é um conselho de administração sabe que ele não vai ler documento de 3 mil páginas. Ele toma uma decisão estratégica".

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Wagner defende a transação também ao alegar que na época do acordo, ela atendia a uma demanda da empresa e se ajustava ao contexto econômico.

"Você trabalha com cenários. No traçado de 2006, foi uma compra baseada em cima do desenvolvimento estratégico. Veio 2008, cresceu o mercado brasileiro e houve crise no mercado americano. Evidentemente, o cenário mudou".

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