Wagner: 'Greve da PM é uma demanda política-eleitoral'

O governador Jaques Wagner disse que a greve da Polícia Militar tem viés político partidário sob liderança do ex-soldado Marco Prisco, que também liderou a greve de 2012 e se elegeu vereador de Salvador pelo PSDB no mesmo ano; na disputa de 2014, o tucano se candidatará a deputado estadual; "Esse é um ano eleitoral e óbvio que há uma contaminação, já que duas das lideranças são candidatas. A greve da PM é mais uma demanda política-eleitoral do que uma demanda da categoria, de fato"; o outro candidato a quem Wagner se referiu é o deputado estadual Capitão Tadeu, do PSB, que tentará se reeleger

O governador Jaques Wagner disse que a greve da Polícia Militar tem viés político partidário sob liderança do ex-soldado Marco Prisco, que também liderou a greve de 2012 e se elegeu vereador de Salvador pelo PSDB no mesmo ano; na disputa de 2014, o tucano se candidatará a deputado estadual; "Esse é um ano eleitoral e óbvio que há uma contaminação, já que duas das lideranças são candidatas. A greve da PM é mais uma demanda política-eleitoral do que uma demanda da categoria, de fato"; o outro candidato a quem Wagner se referiu é o deputado estadual Capitão Tadeu, do PSB, que tentará se reeleger
O governador Jaques Wagner disse que a greve da Polícia Militar tem viés político partidário sob liderança do ex-soldado Marco Prisco, que também liderou a greve de 2012 e se elegeu vereador de Salvador pelo PSDB no mesmo ano; na disputa de 2014, o tucano se candidatará a deputado estadual; "Esse é um ano eleitoral e óbvio que há uma contaminação, já que duas das lideranças são candidatas. A greve da PM é mais uma demanda política-eleitoral do que uma demanda da categoria, de fato"; o outro candidato a quem Wagner se referiu é o deputado estadual Capitão Tadeu, do PSB, que tentará se reeleger (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O governador Jaques Wagner deu entrevista coletiva nesta tarde para falar da greve da Polícia Militar deflagrada nesta terça-feira (15) e afirmou que o movimento tem viés político partidário, com liderança do ex-soldado Marco Prisco, que também liderou a greve de 2012 e se elegeu vereador de Salvador em outubro daquele ano pelo PSDB. Na disputa deste ano, o tucano se candidatará a deputado estadual.

"Esse é um ano eleitoral e óbvio que há uma contaminação, já que duas das lideranças são candidatas. A greve da PM é mais uma demanda política-eleitoral do que uma demanda da categoria, de fato", disse o governador. O outro candidato a quem Wagner se referiu é o deputado estadual Capitão Tadeu, do PSB, que tentará se reeleger.

Apesar de reconhecer o movimento dos opositores, Wagner disse que é cedo para avaliar possíveis danos eleitorais com a greve. "Obviamente a população fica desconfortável com a greve".

Segundo o governador, há nove meses um grupo de trabalho formado por representantes do governo e das associações está trabalhando em uma proposta de modernização da polícia militar, o que não se confunde com campanha salarial.

A proposta de melhorias foi entregue por ele próprio no último dia 10. "Não havia negociação salarial em curso, era um trabalho para a modernização da Polícia Militar. Ainda estou concluindo o pagamento da negociação de 2012, que inclui também 2013, 2014 e 2015. Seria preciso esgotar este pagamento da negociação de 2012 para se voltar ao assunto".

Jaques Wagner afirma também que, mesmo sem estar havendo discussão sobre os ganhos, algumas propostas posteriores apresentadas pelas associações, que incluíam melhoras salariais, foram acatadas, para se evitar a paralisação.

"Inclusive, apresentamos novos itens que não estavam previstos, como o aumento do percentual de Condições de Trabalho Especiais (CET), para praças e oficiais".

De acordo com o governador, o Poder Judiciário e o Ministério Público também estão tomando as medias necessárias. "Vamos esperar o desenrolar dos fatos, eu espero que esta crise termine o mais rápido possível para dar mais tranquilidade à população baiana".

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