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Wagner: PT errou ao não aprovar reforma em 2002

Maior liderança presente a etapa baiana do V Congresso do PT, em Salvador, o ex-governador e atual ministro da defesa, Jaques Wagner, afirmou que o partido cometeu um equívoco político, em 2002, por não ter “desmontado a máquina de fazer política equivocada vigente no Brasil"; ele convocou os petistas a não se amedrontarem com as dificuldades políticas atuais

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Maior liderança presente a etapa baiana do V Congresso do PT, em Salvador, o ex-governador e atual ministro da defesa, Jaques Wagner, afirmou que o partido cometeu um equívoco político, em 2002, por não ter “desmontado a máquina de fazer política equivocada vigente no Brasil"; ele convocou os petistas a não se amedrontarem com as dificuldades políticas atuais (Foto: Voney Malta)
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Bahia247 – Principal liderança do PT durante a etapa baiana do V Congresso do PT, realizado neste sábado (30), no Hotel Fiesta, em Salvador - evento preparatório para o Congresso Nacional, que vai acontecer na capital em junho, o ex-governador e atual ministro da Defesa, Jaques Wagner, convocou os petistas a não terem medo nem se amedrontarem com as dificuldades que o partido enfrenta.

Jaques Wagner, no entanto, acredita que o PT tem que admitir que errou ao não aprovar a reforma política em 2002 e o fim do financiamento privado das campanhas eleitorais. "Fizemos um equívoco político de não termos assumido, em 2002, com o governo do Brasil e a liderança que a gente tinha, não termos desmontado a máquina de fazer política equivocada vigente no Brasil".

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Para ele, houve um engano do partido ao acreditar que a vontade política ideológica se sobreporia "à máquina viciada da política". Ele defendeu que a reforma política verdadeira é a que está sendo feita no Chile pela presidente Michelle Bachelet, que encaminhou para o Congresso Nacional um projeto de financiamento "puro e absoluto" público.

CONGRESSO
Os petistas defenderam a continuidade do projeto de sociedade criado pelo partido e ratificaram o fortalecimento da sigla com mais de 80 mil novos filiados no país. Presente ao encontro, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) esteve com o governador Rui Costa (PT), o ministro da Defesa Jaques Wagner e com o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (PT-AC). Assunção chamou a atenção para o vigor demonstrado pelo partido e a necessidade de ampliar o projeto de transformação social.

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"O PT segue combatendo falácias e demonstrado vigor para fortalecer a necessidade de continuar o projeto de transformação social representado pelos nossos governos no estado e no país. Na Câmara Federal temos enfrentado uma série de atos que vão na contramão dos avanços conquistados, principalmente no que se refere aos debates da reforma política", aponta Valmir Assunção, se referindo à aprovação da doação empresarial para partidos nas eleições. "Querem transformar um pedido da sociedade por melhorias no sistema em um modo de ganhar mais dinheiro nas campanhas. Com a aprovação de doações empresariais para os partidos, é isso que vamos ter: um caminho livre para corruptores e corruptos se manterem no poder. Vamos resistir a isso e levar a questão ao Supremo Tribunal Federal [STF]", salienta.

No encontro em Salvador, tanto o governador Rui Costa como o ministro Jaques Wagner defenderam a posição do parlamentar federal e ainda cobraram maior participação dos movimentos sociais e da militância nos debates sobre reforma política. O congresso do PT também reuniu dirigentes estaduais da sigla, como o presidente Everaldo Anunciação e o secretário de Finanças Murilo Brito, que defendeu as ações políticas da tendência interna do PT, Esquerda Popular Socialista (EPS).

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A prefeita de Uruçuca, Fernanda Silva (PT), representou os prefeitos e prefeitas do PT, defendeu maior participação das mulheres na política. "Já avançamos muito, mas é preciso que tenhamos ainda mais força para que a presença feminina seja cada vez maior. O preconceito ainda está enraizado no país, mas aos poucos as mulheres vão galgando espaços e mostrando força nas administrações públicas e em todos os setores que atuam", completa Silva. (Com assessoria)

 

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