A mídia, em fúria, pressiona o STF

"Vale tudo para criar um clima de histeria, como se os juízes fossem proibidos de decretar prisões para quem ofereça risco ou possa usar de poder para obstaculizar a Justiça", critica o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "O que eles temem é que o Supremo, mesmo com imenso atraso e ínfima minoria, ponha um freio simbólico à escalada autoritária do Judiciário", afirma. 

"Vale tudo para criar um clima de histeria, como se os juízes fossem proibidos de decretar prisões para quem ofereça risco ou possa usar de poder para obstaculizar a Justiça", critica o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "O que eles temem é que o Supremo, mesmo com imenso atraso e ínfima minoria, ponha um freio simbólico à escalada autoritária do Judiciário", afirma. 
"Vale tudo para criar um clima de histeria, como se os juízes fossem proibidos de decretar prisões para quem ofereça risco ou possa usar de poder para obstaculizar a Justiça", critica o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "O que eles temem é que o Supremo, mesmo com imenso atraso e ínfima minoria, ponha um freio simbólico à escalada autoritária do Judiciário", afirma.  (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Nos sites da grande imprensa, hoje, sucedem-se as manifestações prometendo o caos e o fim do mundo no caso de ser concedido o habeas corpus em favor de Lula.

Ainda bem que a estação chinesa já caiu no Oceano Pacífico, senão até a sua queda ia ser atribuída à concessão da ordem para que o ex-presidente recorra em liberdade.

Dallagnol, Carlos Fernando, Raquel Dodge, todos e qualquer um que se disponha a fazer terrorismo dizendo que uma decisão favorável a Lula vai libertar pedófilos, estupradores, homicidas.

Em coro, Leitão, Merval, Cantanhede e outros uivam.

Exceto por São Paulo, onde a extrema-direita segue forte – aguardem para ver como a dobradinha Dória-Bolsonaro virá forte de lá – no resto do país foram “minifestações” as dos fascistas.

Vale tudo para criar um clima de histeria, como se os juízes fossem proibidos de decretar prisões para quem ofereça risco ou possa usar de poder para obstaculizar a Justiça.

Se fosse assim, como é que Moro manteve presos, por meses a fio e até mais de um ano, empresários acusados na Lava Jato antes mesmo de condenados em primeira, muito menos segunda, instância?

O que eles temem é que o Supremo, mesmo com imenso atraso e ínfima minoria, ponha um freio simbólico à escalada autoritária do Judiciário.

E ao acanalhamento que faz com que oportunistas togados, como o aspirante a Sérgio Moro do STF, Luís Roberto Barroso, possam fazer da corte um palanque político.

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