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Agindo como agressor, Doria não tem como se vitimizar pela ovada

Debate promovido pelo 247 sobre a "ovada" no prefeito João Doria, com os jornalistas Alex Solnik, Leonardo Attuch, Leonardo Stoppa e Paulo Moreira Leite, aponta que ele não pode se vitimizar pela agressão, justamente por ter feito da prefeitura de São Paulo um palanque diário de agressões ao ex-presidente Lula e à presidente deposta Dilma Rousseff; segundo PML, Doria é vítima de sua própria retórica fascista; para Solnik, ele também paga um preço por apoiar Michel Temer; "só falta tatuar Temer no ombro"; segundo Stoppa, Doria é ainda mais perigoso do que o deputado Jair Bolsonaro; assista

Debate promovido pelo 247 sobre a "ovada" no prefeito João Doria, com os jornalistas Alex Solnik, Leonardo Attuch, Leonardo Stoppa e Paulo Moreira Leite, aponta que ele não pode se vitimizar pela agressão, justamente por ter feito da prefeitura de São Paulo um palanque diário de agressões ao ex-presidente Lula e à presidente deposta Dilma Rousseff; segundo PML, Doria é vítima de sua própria retórica fascista; para Solnik, ele também paga um preço por apoiar Michel Temer; "só falta tatuar Temer no ombro"; segundo Stoppa, Doria é ainda mais perigoso do que o deputado Jair Bolsonaro; assista (Foto: Leonardo Attuch)

247 – O prefeito de São Paulo, João Doria, que foi alvo de uma "ovada" em Salvador, na última segunda-feira, é vítima ou responsável pela agressão sofrida?

No debate promovido pelo 247 sobre o episódio, com os jornalistas Alex Solnik, Leonardo Attuch, Leonardo Stoppa e Paulo Moreira Leite, a conclusão foi de que ele não pode se vitimizar pela agressão, justamente por ter feito da prefeitura de São Paulo um palanque diário de agressões ao ex-presidente Lula e à presidente deposta Dilma Rousseff.

Segundo PML, Doria é vítima de sua própria retórica fascista. "Ele é um político que vive de agredir", afirma.

Para Solnik, ele também paga um preço por apoiar Michel Temer. "Só falta tatuar Temer no ombro."

Na visão de Stoppa, Doria é ainda mais perigoso do que o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

No debate, também foram lembradas agressões recentes de Doria, como no episódio em que ele atirou flores entregues por uma cicloativista no chão, atacou um jornalista e agrediu Lula, depois de plantar uma árvore.

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