Apoio dos EUA a Bolsonaro começa a mudar, diz Nassif

Luis Nassif, editor do GGN, destaca a mudança no tratamento dado pelos Estados Unidos a Jair Bolsonaro, que passou de um potencial aliado quase que incondicional aos interesses norte-americanos a uma “figura tóxica”. "Há riscos concretos, para os Republicanos, de que os Democratas joguem no colo de Trump os incêndios da Amazonia, por seu endosso às loucuras de Bolsonaro. Por isso, a aproximação com Bolsonaro passou a ser encarada como ônus, não mais como bônus”, avalia.

(Foto: 247 | Reuters)

247 - O jornalista Luis Nassif, editor do jornal GGN, destaca a mudança no tratamento dado pelos Estados Unidos a Jair Bolsonaro, que passou de um potencial aliado quase que incondicional aos interesses norte-americanos a uma “figura tóxica”

“Bolsonaro passou a ser tratado como um “demônio” pelos principais jornais do mundo, New York Times, Washington Post, The Economist e Financial Times”, ressalta. “Esses veículos moldam a opinião da elite mundial. São as mídias-farol nas capitais globais, repercutindo nas grandes empresas, no mercado financeiro e nas chancelarias”, observa Nassif. 

“Não apenas isso. No próximo ano haverá eleições e a consciência “verde”será um dos temas centrais. O tema já conquistou os eleitores americanos. E há riscos concretos, para os Republicanos, de que os Democratas joguem no colo de Trump os incêndios da Amazonia, por seu endosso às loucuras de Bolsonaro. Por isso, a aproximação com Bolsonaro passou a ser encarada como ônus, não mais como bônus”, avalia.

Leia a íntegra no GGN. 

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