Atrizes globais fazem coro contra suposto estupro

Carolina Dieckmann tuta a favor da expulso de Daniel do BBB, mas logo depois deleta tute; Foi um abuso, acusa Deborah Secco; Delegacia da Mulher do Rio orienta Globo a mostrar filmagem para Monique

Atrizes globais fazem coro contra suposto estupro
Atrizes globais fazem coro contra suposto estupro (Foto: DIVULGAÇÃO)
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Diego Iraheta _247 - A TV Globo deve mostrar a Monique a polêmica gravação que motivou nas redes e na imprensa as dúvidas sobre estupro no Big Brother. Essa é a avaliação da delegada-substituta da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, Waleska dos Santos, que atua no centro do Rio de Janeiro. A produção do BBB chegou a chamar a modelo para questioná-la sobre o que rolou entre ela e Daniel sob o edredom. Monique disse que tudo feito com o rapaz foi consensual. Logo depois, porém, revelou à colega emparedada Analice que não se lembrava do que havia acontecido.

“Se a produção chamou a Monique, desconfiou que havia indício de crime. A Globo deveria mostrar o tape para ela o quanto antes. Assim, ela vai tomar conhecimento do que aconteceu, já que não se lembra”, disse ao 247 a delegada Waleska dos Santos. Diversas atrizes globais acham que houve estupro. Carolina Dieckmann tuitou contra Daniel, mas logo em seguida apagou o tuíte – possivelmente para não se indispor com o núcleo de Boninho, responsável pelo BBB.

A mensagem de Deborah Secco contra a atitude do modelo continua na timeline da atriz. “Na minha humilde opinião, ela estava desacordada e sem condições de reagir... O que mostraram no programa foi o que ela lembra... O que nós vimos no ppv [pay-per-view], ela nem imagina q aconteceu... Foi um abuso!”, acusou.

A mãe de Daniel iniciou a defesa do filho, confinado com os outros brothers e sisters. Em entrevista ao Extra, Aparecida Echaniz apresentou uma teoria no mínimo bizarra para justificar por que Monique parecia – e apenas parecia – desacordada. “Acho que ela estava imóvel como qualquer mulher em estado de êxtase, e isso não quer dizer exatamente que eles transaram. Só por sentir o desejo a pessoa pode estar nesse estado”, defendeu.

O Código Penal prevê pena de seis a 10 anos para estupro. No entanto, a pena é elevada de oito a 15 anos quando a vítima não tem discernimento para oferecer resistência ao ato. Isso acontece quando a pessoa tem uma deficiência mental ou está alcoolizada. A ação penal privada só pode ser aberta quando a mulher que sofreu estupro registra ocorrência.

O 247 procurou o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria, o MP só pode se pronunciar sobre o caso se for provocado formalmente a respeito.

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