Aviso à direita: não façam pesquisa, que dá Lula

Depois das enquetes realizadas pelos sites da Veja e do PSDB, que deram Lula como presidente, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, aconselha: "Fica a sugestão para os marqueteiros da direita: não se metam nesta de pesquisa online, não. Usem o Ibope, o Datafolha ou, preferencialmente, estes institutos menores, que usam as facilidades do celular que, como mostraram as eleições norte-americanas, acabam por torcer a realidade"

Depois das enquetes realizadas pelos sites da Veja e do PSDB, que deram Lula como presidente, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, aconselha: "Fica a sugestão para os marqueteiros da direita: não se metam nesta de pesquisa online, não. Usem o Ibope, o Datafolha ou, preferencialmente, estes institutos menores, que usam as facilidades do celular que, como mostraram as eleições norte-americanas, acabam por torcer a realidade"
Depois das enquetes realizadas pelos sites da Veja e do PSDB, que deram Lula como presidente, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, aconselha: "Fica a sugestão para os marqueteiros da direita: não se metam nesta de pesquisa online, não. Usem o Ibope, o Datafolha ou, preferencialmente, estes institutos menores, que usam as facilidades do celular que, como mostraram as eleições norte-americanas, acabam por torcer a realidade" (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

Depois da Veja, o PSDB se meteu a fazer um pesquisa online sobre Lula.

Como a da Veja, deu chabu.

Aliás, pior.

A da Veja deu 86% dizendo que Lula será presidente outra vez.

A dos tucanos, 96% afirmando que a sentença de Sérgio Moro foi política.

Os 10% de diferença talvez se refiram aos que dizem: “foi, sim, e daí? O importante é que o “molusco” seja condenado”.

Fica a sugestão para os marqueteiros da direita: não se metam nesta de pesquisa online, não.

Usem o Ibope, o Datafolha ou, preferencialmente, ou estes institutos menores, que usam as facilidades do celular que, como mostraram as eleições norte-americanas, acabam por torcer a realidade.

É óbio que Lula não tem 86 ou 96%.

Mas é também obvio que, tendo sido transformado numa figura passional, 40 e poucos por cento de rejeição significa que há uma imensa tendência de que quem não o rejeite inevitavelmente o apoie.

O julgamento “judicial” de Lula, está evidente, perdeu a credibilidade para o “julgamento popular”, que é o eleitoral.

Quando a Justiça se mete, escancaradamente, a fazer política, é natural que a política tenda a fazer justiça.

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