Ballmer, o xerife

Microsoft enquadra a maior rede de spams do mundo

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247 – Quem nunca recebeu em sua caixa de emails algum tipo de spam? Nos Estados Unidos, a maior responsável pelo envio desse tipo de mensagens eletrônicas – definidas como “não solicitadas e disparadas em massa” – é a Rustock, que acaba de ser nocauteada por Steve Ballmer, o presidente da Microsoft.

A ação foi feita em conjunto com especialistas da Universidade de Washington, da indústria farmacêutica Pfizer e da FireEye, especializada em proteção de sistemas. A expectativa é que haja uma redução de até 39% nos spams enviados ao mundo inteiro. A Rustock já chegou a ter cerca de 2 milhões de computadores capazes de enviar 30 bilhões de mensagens por dia.

Para conseguir acabar com a Rustock, o primeiro passo da Microsoft foi identificar os computadores que controlavam os envios dessas mensagens. As máquinas localizadas dentro dos Estados Unidos foram capturadas para análises e, em conjunto com o governo da Holanda, foi estruturado um plano para desabilitar os computadores que estivessem fora do país.

O próximo passo da gigante da tecnologia foi trabalhar com provedores de internet para bloquear os IPs – espécie de identidade dos computadores – para localizar quem estivesse no comando das máquinas “infectadas”. O trabalho para limpar o mecanismo de spam dos computadores que foram identificados já está sendo feito.

E por que a Pfizer, indústria farmacêutica, estaria nessa com a Microsoft? Simples. A maior parte dos spams enviados diz respeito a medicamentos da empresa, mas sempre com dosagens e ingredientes incorretos. As falsas mensagens não apenas prejudicam os negócios da Pfizer como podem matar as pessoas que resolverem seguira a receita dos emails.

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