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Bolsonaro é a comorbidade brasileira, escreve Celso Rocha de Barros

"Estamos na pior crise do milênio, e o presidente do Brasil é internacionalmente reconhecido como o pior gestor da crise entre os líderes dos grandes países", escreve Celso Rocha de Barros, doutor em sociologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra)

Celso Rocha de Barros e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | PR)

247 - Em coluna publicada nesta segunda-feira na Folha de S.Paulo, o sociólogo Celso Rocha de Barros destaca a necessidade de discutir os "inúmeros e bem documentados crimes de responsabilidade" de Jair Bolsonaro.

"Se a oposição aceita não propor impeachment durante a crise, é intolerável que o governo aceite perder tempo com presidente sabotando ministro".

"Bolsonaro, como sempre, interpretou a concessão como sinal de fraqueza do adversário e redobrou o ataque".

"Poderia ter reagido à queda de Mandetta com sobriedade e aproveitado a vitória. Em vez disso, imediatamente lançou uma nova onda de acusações contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal, criando um cenário de pesadelo de crise institucional durante a pandemia".

"É o pior presidente do mundo. É o pior presidente da história. E não conseguimos contê-lo a tempo de salvar as vidas dos brasileiros" [...] "enquanto enfrentarmos a comorbidade do bolsonarismo, o otimismo é difícil", conclui.