Brasil foi dominado pelo crime e espera um Bonaparte, diz Nassif

A salvação de Michel Temer revela que o Brasil é governado por uma organização criminosa, diz o jornalista Luis Nassif; a próxima etapa, diz ele, será um governo autoritário; "É bobagem achar que a falta de reações imediatas seja aceitação dos absurdos que estão sendo cometidos. De escândalo em escândalo, de impotência em impotência vai-se pavimentando a próxima etapa política, na qual inevitavelmente aparecerá um Bonaparte", diz ele

A salvação de Michel Temer revela que o Brasil é governado por uma organização criminosa, diz o jornalista Luis Nassif; a próxima etapa, diz ele, será um governo autoritário; "É bobagem achar que a falta de reações imediatas seja aceitação dos absurdos que estão sendo cometidos. De escândalo em escândalo, de impotência em impotência vai-se pavimentando a próxima etapa política, na qual inevitavelmente aparecerá um Bonaparte", diz ele
A salvação de Michel Temer revela que o Brasil é governado por uma organização criminosa, diz o jornalista Luis Nassif; a próxima etapa, diz ele, será um governo autoritário; "É bobagem achar que a falta de reações imediatas seja aceitação dos absurdos que estão sendo cometidos. De escândalo em escândalo, de impotência em impotência vai-se pavimentando a próxima etapa política, na qual inevitavelmente aparecerá um Bonaparte", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – A salvação de Michel Temer revela que o Brasil é governado por uma organização criminosa, diz o jornalista Luis Nassif.

"Uma organização criminosa explícita que expõe, com notável didatismo, a hipocrisia dos sistemas de poder no país. Eliseu Padilha desnuda a alma nacional em toda sua crueza: qual é o preço? Eu pago. E paga com emendas, portarias, leis, vendas de estatais, perdas de direitos", diz ele.

Leia, abaixo, um trecho de seu artigo no GGN:

Por mais selvagem que seja o jogo político, por mais primário que seja o sentimento civilizatório nacional, não há jogo que se mantenha sem uma nesga de legitimidade

É bobagem achar que a falta de reações imediatas seja aceitação dos absurdos que estão sendo cometidos. De escândalo em escândalo, de impotência em impotência vai-se pavimentando a próxima etapa política, na qual inevitavelmente aparecerá um Bonaparte.

A única incógnita é sua extração política, mas será inevitável que o espaço seja ocupado por uma personalidade política autoritária, tais as disfunções do aparelho institucional brasileiro.

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