Celso Rocha de Barros diz na GloboNews que lei da Lava Jato não é para todos

O sociólogo Celso Rocha de Barros disse, durante participação no programa Painel, da GloboNews, que o que teria garantido que a lei fosse para todos seria "se o Temer tivesse caído com a prisão do Joesley, se o Eduardo Cunha tivesse caído no processo do impeachment, quando já tinham evidências amplas contra ele, isso teria um peso gigante contra a direita brasileira"; "Aí a gente poderia comparar com a esquerda, que perdeu um mandato presidencial com a Dilma e um candidato favorito este ano"; assista

O sociólogo Celso Rocha de Barros disse, durante participação no programa Painel, da GloboNews, que o que teria garantido que a lei fosse para todos seria "se o Temer tivesse caído com a prisão do Joesley, se o Eduardo Cunha tivesse caído no processo do impeachment, quando já tinham evidências amplas contra ele, isso teria um peso gigante contra a direita brasileira"; "Aí a gente poderia comparar com a esquerda, que perdeu um mandato presidencial com a Dilma e um candidato favorito este ano"; assista
O sociólogo Celso Rocha de Barros disse, durante participação no programa Painel, da GloboNews, que o que teria garantido que a lei fosse para todos seria "se o Temer tivesse caído com a prisão do Joesley, se o Eduardo Cunha tivesse caído no processo do impeachment, quando já tinham evidências amplas contra ele, isso teria um peso gigante contra a direita brasileira"; "Aí a gente poderia comparar com a esquerda, que perdeu um mandato presidencial com a Dilma e um candidato favorito este ano"; assista (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O sociólogo Celso Rocha de Barros disse, durante sua participação no programa Painel, exibido pela GloboNews no domingo (8), que a "lei da Lava Jato" não é igual para todos. Para ele, a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "não foi o início da fase gloriosa da Lava Jato. Do impeachment até agora ela não teve vitórias políticas, ela teve várias antes do impeachment e a vitória de agora foi contra a mesma turma de quem ela ganhava antes. Então, para mim, não ficou demonstrado que não houve lei, cadeia, para todos, até porque valeu para quem já vinha sendo submetido a lei até agora", disse. 

Para ele, o "que teria garantido que a lei é para todos é se o Temer tivesse caído com a prisão do Joesley, um negócio que teve um preço político para a direita brasileira imenso, se o Eduardo Cunha tivesse caído no processo do impeachment, quando já tinham evidências amplas contra ele, isso teria um peso gigante contra a direita brasileira. E aí a gente poderia comparar com a esquerda, que perdeu um mandato presidencial com a Dilma e um candidato favorito este ano", afirmou.

"Não é que os investigadores tenham um viés, que sejam contra a esquerda, mas a direita é muito mais capaz de resistir. O Aécio conseguiu que livrassem ele lá, o PT não conseguiu. O Temer com o Gilmar. Quando veio o julgamento do Lula, o chefe das Forças Armadas veio a público ameaçar com um golpe de estado e ele não havia feito nada disso quando se levaram duas denúncias contra o Temer no Congresso", completou o sociólogo. 

"Então só vou me convencer que a lei é para todos, que aliás é o nome do filme lá da Lava Jato, quando eu ver o outro campo, o pessoal da centro-direita, tendo custos políticos semelhantes ao que a esquerda pagou. Por exemplo: se prenderem o Temer ano que vem. Quem é Michel temer ano que vem? Ninguém nem vai lembrar do nome dele. Se pegarem o Aécio ano que vem. Que importância tem o Aécio neves a esta altura do campeonato?", questionou. 

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