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China e Rússia anunciam nova era para segurança econômica e energética

A segurança econômica e energética é um dos temas em destaque na Declaração Conjunta assinada por Xi Jinping e Vladimir Putin

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Os presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping assinaram uma Declaração Conjunta em 16 de Maio de 2024 (Foto: Xinhua )

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247 - Em comunicado conjunto divulgado no início da noite de quinta-feira (16) em Pequim, os líderes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, comprometeram-se a garantir a segurança econômica e energética mútua, destaca o jornalista Nelson de Sá na Folha de S.Paulo.  “O anúncio de uma "nova era" na relação entre os dois países veio após reunião fechada de duas horas e meia”, pontua o jornalista.

“No documento, segundo a rede CCTV, eles também se comprometeram a cooperar em ‘projetos energéticos de grande escala’, uma provável referência ao gasoduto Power of Siberia 2, ainda não firmado”. 

Segundo o jornalista, o relato chinês do encontro sublinhou como "central para a parceria estratégica ampla" sino-russa o "apoio mútuo e firme em questões ligadas às grandes preocupações e aos interesses fundamentais de cada um".

O dirigente chinês disse que Moscou e Pequim devem atuar em conjunto para "defender a equidade e a justiça no mundo". Por sua vez, Putin afirmou que a própria conversa mostra a importância da relação bilateral, que descreveu como um dos principais fatores de estabilização no mundo, hoje, não se voltando "contra ninguém". Declarou que as prioridades no diálogo com Xi, além de energia, foram comércio e investimento.

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Nelson de Sá refere-se ao comentário em mídia social chinesa do jornalista e influenciador Hu Xijin, relatando que este escreveu que a China é hoje "a única potência mundial que pode receber os líderes ocidentais e da Rússia", referência aos encontros de Xi com dirigentes europeus nas últimas semanas. E que "a guerra [da Ucrânia] trouxe problemas para a China" nas relações com o Ocidente, "mas é algo que o país pode controlar".

Segundo o jornalista, o noticiário estatal chinês buscou se concentrar nos aspectos diplomáticos, sublinhando a paz mundial como objetivo da visita de Putin, diferentemente de analistas ocidentais que fazem leitura sobre cooperação militar. 

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