Com o esfacelamento tucano, Huck vira opção preferencial da Globo

O apresentador Luciano Huck já é o Plano A da Globo, grupo de mídia que liderou o golpe de 2016 e que hoje está à frente da campanha para impedir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa concorrer em 2018; um dos motivos para a aposta no apresentador da casa é a crise aguda vivida pelos tucanos – tradicionais aliados da Globo; "O PSDB não tem nenhuma chance de se apresentar como um partido coeso nas próximas eleições", diz o colunista Merval Pereira; num jantar na casa do economista Armínio Fraga, Huck convidou o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, para ser seu vice

O apresentador Luciano Huck já é o Plano A da Globo, grupo de mídia que liderou o golpe de 2016 e que hoje está à frente da campanha para impedir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa concorrer em 2018; um dos motivos para a aposta no apresentador da casa é a crise aguda vivida pelos tucanos – tradicionais aliados da Globo; "O PSDB não tem nenhuma chance de se apresentar como um partido coeso nas próximas eleições", diz o colunista Merval Pereira; num jantar na casa do economista Armínio Fraga, Huck convidou o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, para ser seu vice
O apresentador Luciano Huck já é o Plano A da Globo, grupo de mídia que liderou o golpe de 2016 e que hoje está à frente da campanha para impedir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa concorrer em 2018; um dos motivos para a aposta no apresentador da casa é a crise aguda vivida pelos tucanos – tradicionais aliados da Globo; "O PSDB não tem nenhuma chance de se apresentar como um partido coeso nas próximas eleições", diz o colunista Merval Pereira; num jantar na casa do economista Armínio Fraga, Huck convidou o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, para ser seu vice (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – O apresentador Luciano Huck já é o Plano A da Globo, grupo de mídia que liderou o golpe de 2016 e que hoje está à frente da campanha para impedir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa concorrer em 2018.

Um dos motivos para a aposta no apresentador da casa é a crise aguda vivida pelos tucanos – tradicionais aliados da Globo.

A aposta em Huck foi explicitada pelo colunista Merval Pereira, um dos porta-vozes dos Marinho:

"Luciano Huck, no PPS ou em outro partido, pode ser uma opção, se realmente entrar na disputa para a presidência da República, da parcela do PSDB que ficar alijada do partido se o grupo de Aécio Neves ganhar a disputa interna. Aécio está se aproximando do PMDB na tentativa de lançar um candidato a presidente, que provavelmente será o prefeito de São Paulo, João Doria. Se Tasso Jereissati vencer, o grupo de Aécio fica de fora e vai debandar para outras candidaturas e o partido vai com Alckmin. O PSDB não tem nenhuma chance de se apresentar como um partido coeso nas próximas eleições", disse ele.

Num jantar na casa do economista Armínio Fraga, Huck convidou o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, para ser seu vice.

Abaixo, reportagem do portal Infomoney a respeito:

Durante jantar realizado na casa do economista e ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, o apresentador Luciano Huck convidou o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), para ser seu vice em uma chapa para as eleições de 2018.

A informação foi dada por diversos veículos de imprensa, mas a Gazeta Online disse que obteve a confirmação da assessoria do governador de que o encontro ocorreu e que nele foram tratadas diversas possibilidades para as eleições de 2018, entre elas a composição de uma chapa com entre os dois. Apesar disso, nenhuma decisão foi tomada durante o jantar e as conversas devem continuar nos próximos dias.

Não houve comentários sobre como seria a situação partidária, mas uma fonte afirmou ao InfoMoney que o natural seria o governador se manter no PMDB como está hoje, enquanto o Luciano Huck saia como candidato pelo DEM.

No início da semana, Hartung afirmou que está disposto a participar de uma agenda nacional para não deixar que as eleições presidenciais sejam dominadas por extremos. “Os extremos não são bons. Pessoas raivosas pensam com o fígado e não com a cuca. (...) Os extremos (de direita e de esquerda) acabam se encontrando em alguns pontos. Ambos acreditam na força do Estado e que o governo pode fazer tudo. Apresentam bravatas e soluções simples para problemas complexos. Não tem solução simples para o Brasil”, disse.

Segundo alguns boatos da imprensa, Hartung também tem tido conversas com outros nomes sobre a disputa presidencial para 2018, entre eles o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia(DEM) e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa.

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