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Com PIB mais alto, Planalto rebate Financial Times

Ministro-chefe da Secom, Thomas Traumann, enviou resposta ao jornal britânico, que ontem pediu a cabeça do ministro Guido Mantega; no texto, governo brasileiro comparou o PIB daqui de 2,3% (divulgado nesta quinta, 27) ao inglês, que foi de 1,8%; o diário inglês afirmou que só com saída de Mantega Brasil poderia ganhar novamente credibilidade junto aos investidores; Talvez [o critério utilizado seja] um crescimento econômico de 2,3% em 2013, ou uma taxa de desemprego de 5,4% no ano passado, ou talvez reservas internacionais de US$ 376 bilhões e taxas de inflação abaixo de 6%", afirma trecho da nota em que apresenta os bons números brasileiros

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Ministro-chefe da Secom, Thomas Traumann, enviou resposta ao jornal britânico, que ontem pediu a cabeça do ministro Guido Mantega; no texto, governo brasileiro comparou o PIB daqui de 2,3% (divulgado nesta quinta, 27) ao inglês, que foi de 1,8%; o diário inglês afirmou que só com saída de Mantega Brasil poderia ganhar novamente credibilidade junto aos investidores; Talvez [o critério utilizado seja] um crescimento econômico de 2,3% em 2013, ou uma taxa de desemprego de 5,4% no ano passado, ou talvez reservas internacionais de US$ 376 bilhões e taxas de inflação abaixo de 6%", afirma trecho da nota em que apresenta os bons números brasileiros (Foto: Valter Lima)
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247 - Com o anúncio feito pelo IBGE dos números do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o Planalto enviou uma resposta ao jornal britânico Financial Times, que ontem pediu a demissão do ministro Guido Mantega. Para o diário britânico, só assim o Brasil poderia ganhar novamente credibilidade junto aos investidores.

O ministro-chefe da Secom, Thomas Traumann, na resposta enviado ao jornal, comparou o PIB brasileiro de 2,3% ao britânico, que foi de 1,8%. Em determinado momento, Traumann ironizou o jornal. "É intrigante o critério usado", disse.

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"Talvez [o critério utilizado seja] um crescimento econômico de 2,3% em 2013, ou uma taxa de desemprego de 5,4% no ano passado, ou talvez reservas internacionais de US$ 376 bilhões e taxas de inflação abaixo de 6%", afirma trecho da nota. O texto diz ainda que o Brasil tem buscado conciliar, na última década, a estabilidade econômica e a inclusão social. "Essas não são virtudes de países vulneráveis", afirma Traumann.

O ministro sugere ainda a necessidade de argumentos "sólidos" para a elaboração de textos como o publicado pelo FT. "Novas categorias de análise em economia requerem consistência e critérios sólidos, comprovados. Caso contrário, corremos o risco de ser atraídos por análises 'mais ou menos'", conclui.

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Mais cedo, o 247 já havia questionado o Financial Times sobre seu editorial, a partir dos resultados do PIB divulgado nesta quinta (leia aqui).

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