Costa Pinto: governo Temer é induzido ao erro pela soberba

Jornalista Luis Costa Pinto compara a atuação de Michel Temer com a do ex-presidente Itamar Franco; "O presidente se deixa levar pelo entusiasmo. Coleciona erros de operação de poder –a maioria decorrente da soberba de sua equipe", diz o jornalista; "A duas semanas do Carnaval é chegada a hora de fazer um exame de consciência e planejar alguns recuos. O aperto econômico vai inflamar as ruas que já não toleram mais o afilhadismo, o patrimonialismo, o cinismo e o salvacionismo de um grupo há muito plantado entre os ipês do Planalto Central", acrescenta

Jornalista Luis Costa Pinto compara a atuação de Michel Temer com a do ex-presidente Itamar Franco; "O presidente se deixa levar pelo entusiasmo. Coleciona erros de operação de poder –a maioria decorrente da soberba de sua equipe", diz o jornalista; "A duas semanas do Carnaval é chegada a hora de fazer um exame de consciência e planejar alguns recuos. O aperto econômico vai inflamar as ruas que já não toleram mais o afilhadismo, o patrimonialismo, o cinismo e o salvacionismo de um grupo há muito plantado entre os ipês do Planalto Central", acrescenta
Jornalista Luis Costa Pinto compara a atuação de Michel Temer com a do ex-presidente Itamar Franco; "O presidente se deixa levar pelo entusiasmo. Coleciona erros de operação de poder –a maioria decorrente da soberba de sua equipe", diz o jornalista; "A duas semanas do Carnaval é chegada a hora de fazer um exame de consciência e planejar alguns recuos. O aperto econômico vai inflamar as ruas que já não toleram mais o afilhadismo, o patrimonialismo, o cinismo e o salvacionismo de um grupo há muito plantado entre os ipês do Planalto Central", acrescenta (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Luis Costa Pinto afirmou nesta segunda-feira, 13, que sem legitimidade, o governo de Michel Temer é induzido ao erro "pela soberba". 

Em artigo no Poder 360, Costa Pinto compara a atuação de Temer com a do ex-presidente Itamar Franco. "A ausência da legitimidade do voto popular macula, desde o início, o governo que ascendeu ao poder depois da consecução do impeachment deflagrado a partir da releitura particular de uma norma constitucional que vigorou enquanto era necessária para produzir a ruptura. Sem noção da dimensão exata do desconhecimento popular acerca de suas ideias, cercado de amigos provincianos, ele mesmo um homem maduro encantado com a atração que o poder exerce, o presidente se deixa levar pelo entusiasmo. Coleciona erros de operação de poder –a maioria decorrente da soberba de sua equipe", diz o jornalista. 

"Os sucessivos confrontos abertos com o Judiciário, com o Ministério Público, com parcela de bom senso da sociedade civil e até com parte dos udenistas de plantão (esses, seres em geral desprezíveis, mas que no momento servem de combustível para incendiários) têm de ser repensados", afirmou.

O jornalista lembra que ao assumir, Temer jurou que não teria vergonha de voltar atrás e reconhecer erros. "A duas semanas do Carnaval é chegada a hora de fazer um exame de consciência e planejar alguns recuos. O aperto econômico vai inflamar as ruas que já não toleram mais o afilhadismo, o patrimonialismo, o cinismo e o salvacionismo de um grupo há muito plantado entre os ipês do Planalto Central", acrescenta. 

 

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