DCM: 'pesquisas eleitorais são indefensáveis'

Colunista Paulo Nogueira diz ser "hilariante" a justificativa da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), que está inconformada com a possibilidade de que seja aprovada uma emenda que proíbe a divulgação de pesquisas 15 dias antes do primeiro e do segundo turnos; "A ANJ entende que as pesquisas têm sido um fator que contribui para o debate político e para o esclarecimento do eleitorado", diz nota da entidade; "Que contribuição é essa?", rebate o jornalista

Colunista Paulo Nogueira diz ser "hilariante" a justificativa da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), que está inconformada com a possibilidade de que seja aprovada uma emenda que proíbe a divulgação de pesquisas 15 dias antes do primeiro e do segundo turnos; "A ANJ entende que as pesquisas têm sido um fator que contribui para o debate político e para o esclarecimento do eleitorado", diz nota da entidade; "Que contribuição é essa?", rebate o jornalista
Colunista Paulo Nogueira diz ser "hilariante" a justificativa da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), que está inconformada com a possibilidade de que seja aprovada uma emenda que proíbe a divulgação de pesquisas 15 dias antes do primeiro e do segundo turnos; "A ANJ entende que as pesquisas têm sido um fator que contribui para o debate político e para o esclarecimento do eleitorado", diz nota da entidade; "Que contribuição é essa?", rebate o jornalista (Foto: Gisele Federicce)

247 – O jornalista Paulo Nogueira, fundador do Diário do Centro do Mundo, define como "hilariante" a justificativa da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), que segundo ele, estaria "inconformada com a possibilidade de que seja aprovada uma emenda que proíbe a divulgação de pesquisas 15 dias antes do primeiro e do segundo turnos".

"A ANJ entende que as pesquisas têm sido um fator que contribui para o debate político e para o esclarecimento do eleitorado", diz nota da entidade. O colunista rebate com a pergunta: "Um momento. Que contribuição é essa?".

Nogueira lembra de duas pesquisas divulgadas pelas revistas Época e Istoé, pouco antes do segundo turno entre a presidente Dilma e o tucano Aécio Neves, com o candidato do PSDB muito à frente da petista, algo que não aconteceu no resultado da disputa.

"Fora os números com frequência tão enganadores, há também o uso que a mídia dá aos resultados", acrescenta o jornalista. Em sua opinião, "as pesquisas têm servido muito mais para manobrar os eleitores do que para esclarecê-los, ao contrário do que diz a ANJ". Muitos institutos, diz ele, "cometeram crimes eleitorais".

Leia aqui a íntegra.

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