Decadente e em desespero, o jornal Estado de S. Paulo condena Lula em seu próprio tribunal e o compara a Maluf

Jornal da família Mesquita, que caiu nas mãos do sistema financeiro, diz, em editorial, que o ex-presidente Lula não foi declarado inocente e que ele deve ser comparado que simbolizam a corrupção no País

Ex-presidente Lula
Ex-presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula)
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247 – Administrado pelo sistema financeiro, o jornal Estado de S. Paulo demonstra certo desespero neste domingo, diante da força eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e nega que ele, sem nenhuma condenação judicial, possa ser declarado inocente, como qualquer outro cidadão brasileiro. Em seu próprio tribunal inquisitório, o jornal o condena e o compara a políticos como Paulo Maluf.

"Agora, observa-se a tentativa, por parte do ex-presidente Lula e de seus seguidores, de realizar outra extrapolação dos efeitos jurídicos da Lava Jato, em sentido inverso. Pretende-se que decisões processuais sobre o juízo da 13.ª Vara Federal de Curitiba realizem uma reabilitação política de Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se de uma manobra indecente, que faz troça com a memória da população. Todos os elementos descobertos pela Lava Jato em relação ao ex-presidente Lula continuam presentes. Nem sequer houve a tentativa de mostrar que o farto conjunto de provas apuradas contra ele está equivocado. Por isso, não faz sentido que uma decisão meramente processual (sem nenhuma afirmação sobre o mérito dos casos) tenha o condão de reabilitá-lo politicamente", aponta o editorial.

"Sejam quais forem os efeitos jurídicos que a Justiça vai dar às descobertas da Lava Jato, uma coisa a população já sabe. A conduta de Luiz Inácio Lula da Silva não diverge muito daquela que se viu em Eduardo Cunha, Sérgio Cabral ou mesmo Paulo Maluf, expert em alegar lisura moral com base em questões processuais", escreve ainda o jornal.

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