Declarações de Flávio Bolsonaro sobre Queiroz servem ‘como almanaque de histórias da carochinha’, diz Bernardo Mello Franco

“O senador nem se esforçou para tentar explicar o inexplicável”, ressaltou o jornalista

Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
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247 - As declarações de Flávio Bolsonaro, para o jornal O Globo, sobre o caso envolvendo seu ex-assessor Fabrício Queiroz e as rachadinhas na Alerj servem “como um almanaque de histórias da carochinha”, afirmou o colunista Bernardo Mello Franco. “O senador nem se esforçou para tentar explicar o inexplicável”, ressaltou. 

Para ele, “o relato só deve convencer quem já estava convencido da sua inocência” e lembra que “o Ministério Público descobriu que o policial Diego Sodré de Castro Ambrósio pagou um boleto em nome de Fernanda Bolsonaro, mulher do senador”. “Por que um sargento da PM ajudaria um parlamentar a quitar um imóvel?”, questiona.

“Os dois foram a um churrasco, a prestação ‘estava para vencer’ e ele não queria abandonar a carne no prato. Sensibilizado, o policial teria se oferecido para quitar o boleto de R$ 16,5 mil pelo celular. Amigo é para essas coisas”, ironiza o jornalista.

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