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Eliane Cantanhêde alerta para o “toma lá dá cá“ de Temer

A jornalista Eliane Cantanhêde alerta, neste domingo (8), que o "toma lá dá cá" do ainda nem iniciado governo Michel Temer cria uma imagem negativa do vice para a sociedade; ela considera como "errática" a montagem do ministério da eventual gestão peemedebista; "O vice Michel Temer nem assumiu a Presidência, mas já andou criando arestas na área militar, com cientistas e entre líderes feministas. Errático na definição do Ministério, comete um grave erro de avaliação: seu principal problema político não são os partidos políticos - que vêm por gravidade -, e sim as resistências e desconfianças de uma sociedade cada vez mais exigente", diz

A jornalista Eliane Cantanhêde alerta, neste domingo (8), que o "toma lá dá cá" do ainda nem iniciado governo Michel Temer cria uma imagem negativa do vice para a sociedade; ela considera como "errática" a montagem do ministério da eventual gestão peemedebista; "O vice Michel Temer nem assumiu a Presidência, mas já andou criando arestas na área militar, com cientistas e entre líderes feministas. Errático na definição do Ministério, comete um grave erro de avaliação: seu principal problema político não são os partidos políticos - que vêm por gravidade -, e sim as resistências e desconfianças de uma sociedade cada vez mais exigente", diz (Foto: Valter Lima)
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247 - A jornalista Eliane Cantanhêde alerta, neste domingo (8), em sua coluna no Estadão, que o "toma lá dá cá" do ainda nem iniciado governo Michel Temer cria uma imagem negativa do vice para a sociedade. Ela considera como "errática" a montagem do ministério da eventual gestão peemedebista.

"Temer não ganha nem perde um voto a mais no Congresso com esse toma lá dá cá, mas pode perder muito em expectativa e em boa vontade na opinião pública, que conhece muito pouco esse tal de Michel Temer e torce o nariz para o PMDB velho de guerra, mas está doida para que, com a saída de Dilma, deem um jeito nesse imenso caos nacional", afirma.

"O vice Michel Temer nem assumiu a Presidência, mas já andou criando arestas na área militar, com cientistas e entre líderes feministas. Errático na definição do Ministério, comete um grave erro de avaliação: seu principal problema político não são os partidos políticos - que vêm por gravidade -, e sim as resistências e desconfianças de uma sociedade cada vez mais exigente", diz.