Em charge, The Economist ironiza Bolsonaro diz que impeachment depende das mortes por coronavírus

Na imagem, o ocupante do Planalto aparece cercado de coronavírus e pede para que brasileiros saiam de casa. “Uma chuvinha não vai machucar vocês”, diz ele na charge. De acordo com a matéria, Bolsonaro sabotou ativamente os esforços para controlar o vírus. Confira a charge

(Foto: Carolina Antunes - PR)
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247 - A revista britânica The Economist publicou uma charge nesta sexta-feira (3) ironizando Jair Bolsonaro sobre o pedido de suspensão do isolamento social no país. O ocupante do Planalto aparece cercado de coronavírus em tamanho macroscópico e pede para que brasileiros saiam de casa. “Uma chuvinha não vai machucar vocês”, diz ele na charge. Até o momento, o Brasil tem 8 mil casos de coronavírus e 329 mortos. 

The Economist
Reprodução(Photo: Reprodução)

A revista abordou a forma como a América Latina vem lidando com a pandemia. De acordo com a matéria, Bolsonaro sabotou ativamente os esforços para controlar o vírus. “No Brasil, os governadores estaduais impuseram bloqueios, inclusive em São Paulo e no Rio de Janeiro. Essas medidas são populares. A negligência de Bolsonaro é menos”, diz o texto.

“Os moradores da cidade fizeram protestos contra o presidente. Isso levou a um contra-ataque. Bolsonaro criticou os governadores, publicou um vídeo proclamando ‘O Brasil não pode parar’ e instou os apoiadores a organizar carreatas contra quarentenas”, continuou.

A reportagem diz que o impeachment dependerá do número de mortes por coronavírus no país. “Quanto a Bolsonaro, alguns acham que suas ações merecem impeachment por ameaçar o direito constitucional à vida. Sua estratégia parece ter como objetivo sustentar sua base. Pesquisas mostram que ele mantém o apoio de um terço dos entrevistados. Isso deve ser suficiente para manter o emprego, dependendo de quantos brasileiros morram”, afirma.

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