Em editorial, Estadão classifica Weintraub como um "homem doente"
O jornal paulista também afirma que “não seria necessária uma ‘estratégia’ para ‘derrubar’ o ministro da Educação. Os resultados apresentados por Abraham Weintraub – ou melhor, a falta deles – falam por si sós”, continua
247 - Em editorial intitulado "Um homem doente", o jornal O Estado de S.Paulo afirma que “a cada dia que Abraham Weintraub permanece como ministro da Educação, desmoraliza-se esta que é uma das principais – se não a principal – forças motrizes para o desenvolvimento sustentável e para a redução da brutal desigualdade no País”.
De acordo com o texto, o chefe do MEC é “consumido por desvarios persecutórios e pendor revanchista que só sua alma é capaz de explicar”. “Weintraub parece não dispor de tempo em seu dia útil para dedicar às questões que realmente interessam à causa da educação, supondo, evidentemente, que o ministro seja capaz de diagnosticá-las”, disse.
“Não seria necessária uma ‘estratégia’ para ‘derrubar’ o ministro da Educação. Os resultados apresentados por Abraham Weintraub – ou melhor, a falta deles – falam por si sós. Para que fosse substituído, bastaria que seu chefe, o presidente Jair Bolsonaro, quisesse ter entre seus auxiliares diretos um ministro da Educação, e não só um vulgar propalador de suas próprias convicções”, continua.