Estadão segue Noblat e fala em "pré-sal de lama"

Jornal comandado por Francisco de Mesquita Neto usa o termo para se referir às denúncias de corrupção feitas peo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e acusa a presidente Dilma Rousseff de ter tirado "proveito material" do apoio, supostamente pago com propina da estatal, à base aliada do governo – o que resultou em tempo de propaganda para a candidata à reeleição

Jornal comandado por Francisco de Mesquita Neto usa o termo para se referir às denúncias de corrupção feitas peo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e acusa a presidente Dilma Rousseff de ter tirado "proveito material" do apoio, supostamente pago com propina da estatal, à base aliada do governo – o que resultou em tempo de propaganda para a candidata à reeleição
Jornal comandado por Francisco de Mesquita Neto usa o termo para se referir às denúncias de corrupção feitas peo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e acusa a presidente Dilma Rousseff de ter tirado "proveito material" do apoio, supostamente pago com propina da estatal, à base aliada do governo – o que resultou em tempo de propaganda para a candidata à reeleição (Foto: Gisele Federicce)

247 – Depois do colunista do Globo Ricardo Noblat, que retomou o discurso do "mar de lama" para comentar as denúncias de corrupção contra a Petrobras, hoje foi a vez do jornal O Estado de S. Paulo, comandado por Francisco Mesquita Neto. Editorial menciona o termo "pré-sal de lama" para se referir à delação premiada do ex-diretor Paulo Roberto Costa.

Jornal diz que "é ainda muito pouco – e incerto – o que acaba de vir a público do esquema", mas que "o que se publicou foi suficiente para obrigar os principais candidatos ao Planalto a repensar suas estratégias". "O tema da corrupção migra da periferia para o centro do debate - tendo como foco o que se cometeu, desde a ida do PT ao poder, na maior e mais estimada empresa nacional", diz o editorial.

O jornal acusa a presidente Dilma Rousseff de ter tirado "proveito material" do apoio, pago com propina da Petrobras, à base aliada do governo no Congresso – o que resultou em tempo de propaganda para a candidata à reeleição. O texto diz ainda que "pode sobrar também para Marina", uma vez que o ex-governador de Pernambuco, que era presidente do PSB, é um dos citados por Costa como beneficiário do esquema.

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