“Eu ajudei a fazer 1964”, diz Boris Casoy

Em entrevista ao programa Sensacional, da Rede TV, o jornalista Boris Casoy afirmou que trabalhou pela implantação do golpe militar de 1964; "Era um estudante, tinha 23 anos, a gente viu um perigo de o Brasil se transformar num país comunista e eu ajudei no que eu pude quando era estudante a fazer 64. Em 68, comecei a divergir do que a gente chamava de revolução, porque a gente começou a tomar conhecimento de que aquele prometida volta da democracia não acontecia e de fatos como a tortura, por exemplo, que não estava no meu horizonte", disse Casoy

Em entrevista ao programa Sensacional, da Rede TV, o jornalista Boris Casoy afirmou que trabalhou pela implantação do golpe militar de 1964; "Era um estudante, tinha 23 anos, a gente viu um perigo de o Brasil se transformar num país comunista e eu ajudei no que eu pude quando era estudante a fazer 64. Em 68, comecei a divergir do que a gente chamava de revolução, porque a gente começou a tomar conhecimento de que aquele prometida volta da democracia não acontecia e de fatos como a tortura, por exemplo, que não estava no meu horizonte", disse Casoy
Em entrevista ao programa Sensacional, da Rede TV, o jornalista Boris Casoy afirmou que trabalhou pela implantação do golpe militar de 1964; "Era um estudante, tinha 23 anos, a gente viu um perigo de o Brasil se transformar num país comunista e eu ajudei no que eu pude quando era estudante a fazer 64. Em 68, comecei a divergir do que a gente chamava de revolução, porque a gente começou a tomar conhecimento de que aquele prometida volta da democracia não acontecia e de fatos como a tortura, por exemplo, que não estava no meu horizonte", disse Casoy (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em entrevista ao programa Sensacional, da Rede TV, o jornalista Boris Casoy afirmou que trabalhou pela implantação do golpe militar de 1964. 

"Era um estudante, tinha 23 anos, a gente viu um perigo de o Brasil se transformar num país comunista e eu ajudei no que eu pude quando era estudante a fazer 64. Em 68, comecei a divergir do que a gente chamava de revolução, porque a gente começou a tomar conhecimento de que aquele prometida volta da democracia não acontecia e de fatos como a tortura, por exemplo, que não estava no meu horizonte", disse Casoy. 

Assista à entrevista.

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