Fernando Brito: era menos vergonhoso Aécio dizer que trocava receita de bolo com Gilmar

Editor do Tijolaço chama de "festival e desmoralização" a revelação de que o ministro Gilmar Mendes e o senador Aécio Neves (PSDB) conversaram pelo menos 46 vezes em menos de 60 dias, segundo relatório da Polícia Federal; "É um festival de desmoralização, embora pareça impossível ainda falar em desmoralização do senador e do ministro. Mas é inacreditável que, depois desta evidência, o Supremo, como instituição. não decida afastar Mendes da condução dos inquéritos de Aécio. Se não o fizer, estará passando um atestado de que é, mesmo, uma casa do faz-de-conta", diz Fernando Brito

Editor do Tijolaço chama de "festival e desmoralização" a revelação de que o ministro Gilmar Mendes e o senador Aécio Neves (PSDB) conversaram pelo menos 46 vezes em menos de 60 dias, segundo relatório da Polícia Federal; "É um festival de desmoralização, embora pareça impossível ainda falar em desmoralização do senador e do ministro. Mas é inacreditável que, depois desta evidência, o Supremo, como instituição. não decida afastar Mendes da condução dos inquéritos de Aécio. Se não o fizer, estará passando um atestado de que é, mesmo, uma casa do faz-de-conta", diz Fernando Brito
Editor do Tijolaço chama de "festival e desmoralização" a revelação de que o ministro Gilmar Mendes e o senador Aécio Neves (PSDB) conversaram pelo menos 46 vezes em menos de 60 dias, segundo relatório da Polícia Federal; "É um festival de desmoralização, embora pareça impossível ainda falar em desmoralização do senador e do ministro. Mas é inacreditável que, depois desta evidência, o Supremo, como instituição. não decida afastar Mendes da condução dos inquéritos de Aécio. Se não o fizer, estará passando um atestado de que é, mesmo, uma casa do faz-de-conta", diz Fernando Brito (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Achou-se um número de ligações digno de casais recém-enamorados, via WhatsApp, entre Aécio Neves e Gilmar Mendes, depois que o primeiro se viu em apuros em processos que o misterioso "algoritmo" da máquina de sortear relatores do Supremo Tribunal Federal, tal qual roleta viciada, escolhia o segundo para investigar as acusações ao mineiro.

46 chamadas, em menos de 60 dias, é demais para que alguém acredite que, como explicou o advogado do recém-liberado senador, Alberto Toron, as conversas teriam sobre a reforma política. Poxa, Dr. Torom, inclua aí umas receitas de comida mineira e umas dicas de bala, que ficará mais crível.

É um festival de desmoralização, embora pareça impossível ainda falar em desmoralização do senador e do ministro.

Mas é inacreditável que, depois desta evidência, o Supremo, como instituição. não decida afastar Mendes da condução dos inquéritos de Aécio.

Se não o fizer, estará passando um atestado de que é, mesmo, uma casa do faz-de-conta.

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