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Gaspari: até agora, Temer só teve valentia para demitir o garçom

"O atual governo só se mostrou rápido e implacável com José da Silva Catalão, um garçom de 52 anos que trabalhava no quarto andar do Palácio do Planalto. Ele servira a Lula e a Dilma Rousseff e foi demitido dias após Michel Temer assumir expediente integral. Pediu para ser poupado, pois bastava que o transferissem para outra copa, qualquer copa. Nada feito, rua", diz o colunista Elio Gaspari, que ainda faz uma ironia; "Catalão nunca conversou com Sérgio Machado, não está em grampo algum. Nunca foi investigado por coisa alguma"

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"O atual governo só se mostrou rápido e implacável com José da Silva Catalão, um garçom de 52 anos que trabalhava no quarto andar do Palácio do Planalto. Ele servira a Lula e a Dilma Rousseff e foi demitido dias após Michel Temer assumir expediente integral. Pediu para ser poupado, pois bastava que o transferissem para outra copa, qualquer copa. Nada feito, rua", diz o colunista Elio Gaspari, que ainda faz uma ironia; "Catalão nunca conversou com Sérgio Machado, não está em grampo algum. Nunca foi investigado por coisa alguma" (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – No artigo Valentia, só para demitir o garçom, o jornalista Elio Gaspari afirma que o presidente interino Michel Temer foi lento ao demitir seus dois ministros que tentaram sabotar a Lava Jato, ao contrário do que fez no caso do garçom José da Silva Catalão.

"O ministro da Transparência, doutor Fabiano Silveira, desafiou a lei da gravidade durante cerca de 18 horas. Afinal, ele chegara ao cargo por sugestão do senador Renan Calheiros. Com Romero Jucá aconteceu coisa parecida. Ele se segurou no cargo de ministro do Planejamento por quase oito horas. Nos dois casos, o presidente Temer transformou uma solução (a rápida dispensa) num problema (a demora com o 'por enquanto')", escreveu Gaspari.

"O atual governo só se mostrou rápido e implacável com José da Silva Catalão, um garçom de 52 anos que trabalhava no quarto andar do Palácio do Planalto. Ele servira a Lula e a Dilma Rousseff e foi demitido dias após Michel Temer assumir expediente integral. Pediu para ser poupado, pois bastava que o transferissem para outra copa, qualquer copa. Nada feito, rua."

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Ele lembrou ainda que, ao contrário de Fabiano Silveira e Romero Jucá, "Catalão nunca conversou com Sérgio Machado, não está em grampo algum."

"A degola de Catalão, contraposta à lentidão que amparou Jucá e Silveira, ilustra uma questão de fundo. O atual governo pratica uma benevolência seletiva. Busca uma maioria parlamentar à custa de obsequiosos silêncios", afirma o jornalista.

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