Gaspari: perguntas de Cunha a Temer prenunciam poder de sua delação

Colunista Elio Gaspari destacou que as perguntas feitas pelo deputado cassado Eduardo Cunha ao presidente Michel Temer são indicativos do "barulho que virá quando ele começar a colaborar com a Viúva, contando o que sabe"; "De bobo Cunha não tem nada. Ele lançou as perguntas sabendo que seriam rebarbadas por Moro e conseguiu o essencial: deixá-las no ar", afirmou

Colunista Elio Gaspari destacou que as perguntas feitas pelo deputado cassado Eduardo Cunha ao presidente Michel Temer são indicativos do "barulho que virá quando ele começar a colaborar com a Viúva, contando o que sabe"; "De bobo Cunha não tem nada. Ele lançou as perguntas sabendo que seriam rebarbadas por Moro e conseguiu o essencial: deixá-las no ar", afirmou
Colunista Elio Gaspari destacou que as perguntas feitas pelo deputado cassado Eduardo Cunha ao presidente Michel Temer são indicativos do "barulho que virá quando ele começar a colaborar com a Viúva, contando o que sabe"; "De bobo Cunha não tem nada. Ele lançou as perguntas sabendo que seriam rebarbadas por Moro e conseguiu o essencial: deixá-las no ar", afirmou (Foto: Aquiles Lins)

247 - O colunista Elio Gaspari destacou nesta quarta-feira, 30, que as perguntas feitas pelo deputado cassado Eduardo Cunha ao presidente Michel Temer, arrolado como sua testemunha de defesa, são indicativos do "barulho que virá quando ele começar a colaborar com a Viúva, contando o que sabe".

"De bobo Cunha não tem nada. Ele lançou as perguntas sabendo que seriam rebarbadas por Moro e conseguiu o essencial: deixá-las no ar. Elas formam dois blocos, num há questões relacionadas com operações da Petrobras e no outro o doutor brinca de esconde-esconde com as tratativas do Planalto de Lula e Dilma Rousseff com o PMDB", diz Gaspari.

"O ex-presidente da Câmara insinua que Temer encontrou-se com Jorge Zelada em sua casa de São Paulo. Uma das perguntas é um primor de malícia: 'Vossa Excelência tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobras com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na avenida Antônio Batuira,egra  nº 470, em São Paulo/SP, juntamente com o sr. João Augusto Henriques? Caso esta reunião tenha ocorrido, quais temas foram tratados? A nomeação do sr. Jorge Zelada para a Diretoria Internacional da Petrobras foi tratada?'", questionou.

Para Gaspari, Eduardo Cunha não fez perguntas. "Ele usou o episódio para informar ao distinto público que, na sua cela de Curitiba, julga-se o Senhor das Respostas." Leia na íntegra o artigo de Elio Gaspari. 

Leia reportagem do 247 sobre as perguntas de Eduardo Cunha a Michel Temer. 

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