Geddel e Cunha competem para ver quem delata primeiro, diz Kennedy

O jornalista Kennedy Alencar afirma que uma possível delação do ex-ministro Geddel Vieira Lima preocupa o Planalto, claro; porém, Michel Temer e seus aliados acreditam que dificilmente uma delação de Geddel ficaria pronta a tempo de afetar a votação sobre a segunda denúncia contra Temer; "Há complicadores para que essa eventual delação prospere. O primeiro obstáculo é que muitos fatos já foram revelados pelo doleiro Lúcio Funaro. Isso teria tirado munição de Geddel", diz Kennedy

O jornalista Kennedy Alencar afirma que uma possível delação do ex-ministro Geddel Vieira Lima preocupa o Planalto, claro; porém, Michel Temer e seus aliados acreditam que dificilmente uma delação de Geddel ficaria pronta a tempo de afetar a votação sobre a segunda denúncia contra Temer; "Há complicadores para que essa eventual delação prospere. O primeiro obstáculo é que muitos fatos já foram revelados pelo doleiro Lúcio Funaro. Isso teria tirado munição de Geddel", diz Kennedy
O jornalista Kennedy Alencar afirma que uma possível delação do ex-ministro Geddel Vieira Lima preocupa o Planalto, claro; porém, Michel Temer e seus aliados acreditam que dificilmente uma delação de Geddel ficaria pronta a tempo de afetar a votação sobre a segunda denúncia contra Temer; "Há complicadores para que essa eventual delação prospere. O primeiro obstáculo é que muitos fatos já foram revelados pelo doleiro Lúcio Funaro. Isso teria tirado munição de Geddel", diz Kennedy (Foto: José Barbacena)

247 - O jornalista Kennedy Alencar afirma que uma possível delação do ex-ministro Geddel Vieira Lima preocupa o Planalto, claro. Porém, Michel Temer e seus aliados acreditam que dificilmente uma delação de Geddel ficaria pronta a tempo de afetar a votação sobre a segunda denúncia contra Temer. 

"Há complicadores para que essa eventual delação prospere. O primeiro obstáculo é que muitos fatos já foram revelados pelo doleiro Lúcio Funaro. Isso teria tirado munição de Geddel", diz Kennedy.

"Haveria ainda concorrência com a de outro personagem da antiga cúpula do PMDB: o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Na gestão de Rodrigo Janot, fracassou uma negociação de delação apresentada por Cunha. O ex-presidente da Câmara inclusive faz acusação grave contra a administração de Janot na Procuradoria Geral da República", afirma o jornalista em seu blog.

"Há, portanto, um conjunto de fatores que joga contra a viabilidade de uma delação de Geddel Vieira Lima, que teria de fazer revelações bombásticas para justificar benefícios para quem teve R$ 51 milhões apreendidos num apartamento em Salvador. Para complicar, não parece que Raquel Dodge esteja disposta a agir do mesmo modo que Janot. Ela tende a ser mais rigorosa no fechamento desses acordos de colaboração premiada".

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