George Marques: Temer tenta manter base coesa com nomeações

"A cada nomeação para cargos na Esplanada o governo emite sinais. A escolha de Moraes para o STF, um político de carteirinha, é um sinal. Ao sugerir um deputado do PMDB ao invés de um nome técnico para o Ministério da Justiça, Temer demonstra que sua atuação está em manter a sua base aliada no Congresso coesa, como questão de sobrevivência política mesmo. Para isso, os cargos viram moedas de troca", afirma o jornalista no The Intercept

"A cada nomeação para cargos na Esplanada o governo emite sinais. A escolha de Moraes para o STF, um político de carteirinha, é um sinal. Ao sugerir um deputado do PMDB ao invés de um nome técnico para o Ministério da Justiça, Temer demonstra que sua atuação está em manter a sua base aliada no Congresso coesa, como questão de sobrevivência política mesmo. Para isso, os cargos viram moedas de troca", afirma o jornalista no The Intercept
"A cada nomeação para cargos na Esplanada o governo emite sinais. A escolha de Moraes para o STF, um político de carteirinha, é um sinal. Ao sugerir um deputado do PMDB ao invés de um nome técnico para o Ministério da Justiça, Temer demonstra que sua atuação está em manter a sua base aliada no Congresso coesa, como questão de sobrevivência política mesmo. Para isso, os cargos viram moedas de troca", afirma o jornalista no The Intercept (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em sua coluna no portal The Intercept, o jornalista George Marques afirma que Michel Temer tenta manter sua base no Congresso coesa com as últimas nomeações. "Tudo que o Palácio do Planalto menos espera neste momento é que sua base política no Congresso entre em ebulição", diz ele.

"A cada nomeação para cargos na Esplanada o governo emite sinais. A escolha de Moraes para o STF, um político de carteirinha, é um sinal. Ao sugerir um deputado do PMDB ao invés de um nome técnico para o Ministério da Justiça, Temer demonstra que sua atuação está em manter a sua base aliada no Congresso coesa, como questão de sobrevivência política mesmo. Para isso, os cargos viram moedas de troca", afirma.

Marques escreve ainda que, "em meio ao caos na segurança pública dos estados e a iminência do fim do sigilo das delações da Odebrecht na Lava Jato, o presidente Michel Temer definiu um ex-aliado de Eduardo Cunha (PMDB/RJ) para o Ministério da Justiça". Leia aqui a íntegra.

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