Gerenciamento do 'tempo' será decisivo para eleição, diz jornalista

O jornalista Alon Feuerwerker defende a tese de que o 'tempo' é o elemento-chave para os próximos desdobramentos da eleições; para ele, Alckmin tem muito tempo de TV mas não tem nada a dizer e, por outro lado, Haddad tem 'pouco tempo' para se 'transformar' em Lula, mas tem a narrativa coesa de resistência democrática

Gerenciamento do 'tempo' será decisivo para eleição, diz jornalista
Gerenciamento do 'tempo' será decisivo para eleição, diz jornalista (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O jornalista Alon Feuerwerker defende a tese de que o 'tempo' é o elemento-chave para os próximos desdobramentos da eleições. Para ele, Alckmin tem muito tempo de TV mas não tem nada a dizer e, por outro lado, Haddad tem 'pouco tempo' para se 'transformar' em Lula, mas tem a narrativa coesa de resistência democrática. 

Publicado no Site 360, o artigo de Alon Feuerwerker avança para as linhas ambivalente de argumentação em torno de uma campanha sempre polarizada entre petistas e antipetistas: "mas mesmo 2014 mostrou que essa variável deve ser vista com inteligência. O PT prevaleceu sim então porque tinha muito tempo, mas principalmente porque usou a vantagem para consolidar uma narrativa verossímil, que tinha aderência à realidade. Pobres x ricos. Também porque os adversários adotaram a tática de acenar ao chamado mercado."

E acrescenta, a respeito do tempo de TV: "muito tempo é bom, mas não exime de precisar contar uma história com começo, meio e fim. Alckmin tem larga vantagem no quesito, mas precisa encontrar um jeito de sair da armadilha de ser visto como o candidato que vai continuar o programa do governo de Temer. Até porque ele é mesmo o candidato viável que mais carrega a esperança, ou o risco, dessa continuidade."

 

 

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