Globo faz matérias sobre identidade de gênero e contra censura e é atacada

Críticas vieram de moralistas, como o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), e de fascistas que acusaram a emissora de apoiar a pedofilia e "artistas vagabundos"; "Globo e Veja esta semana lidando com o fascismo que ajudaram a tirar do armário. Olha os posts com #GloboLixo", analisou o jornalista Fred Melo Paiva‏

Críticas vieram de moralistas, como o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), e de fascistas que acusaram a emissora de apoiar a pedofilia e "artistas vagabundos"; "Globo e Veja esta semana lidando com o fascismo que ajudaram a tirar do armário. Olha os posts com #GloboLixo", analisou o jornalista Fred Melo Paiva‏
Críticas vieram de moralistas, como o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), e de fascistas que acusaram a emissora de apoiar a pedofilia e "artistas vagabundos"; "Globo e Veja esta semana lidando com o fascismo que ajudaram a tirar do armário. Olha os posts com #GloboLixo", analisou o jornalista Fred Melo Paiva‏ (Foto: Gisele Federicce)

Da Revista Fórum - Desta vez a emissora acertou. Mas, por incrível que pareça, foi parar em primeiro lugar nos Trend Topics Brasil do Twitter com a tag #GloboLixo. A razão foi matéria do Fantástico deste domingo (8) centrada em uma família e uma escola do Rio de Janeiro que não fazem distinção de gênero na hora da escolha dos brinquedos, roupas e até mesmo o tamanho dos cabelos das crianças.

O texto da chamada da matéria diz:

“Thiago e Anne cresceram só com seus brinquedos de menino e de menina. Mas, quando se tornaram pais do Dante, de 5 anos, e do Gael, de 2, decidiram que queriam fazer diferente. Mas eles enfrentam todos os dias pessoas que não concordam e os criticam por comprar uma boneca ou uma cozinha para os filhos, por exemplo.

Em uma escola no Rio, as escolhas das crianças são ouvidas e discutidas com elas e com os pais. Nada é imposto. Na sala de brinquedos, não há diferença entre o que é de menino e o que é de menina. Todo mundo pode brincar com o que quiser, inclusive as fantasias. E, como a criança é livre para criar, até personagens que a gente acha que conhece bem ganham novas características”.

Pronto. A matéria bastou para provocar a ira de internautas que, ironicamente, passaram a chamar a empresa de “Red Globo” entre outras sandices.

As críticas partiram de todos os matizes ideológicos. Desde internautas de esquerda que chamaram a atenção para o fato da emissora ter responsabilidade sobre o fato: “Globo e Veja esta semana lidando com o fascismo que ajudaram a tirar do armário. Olha os posts com #GloboLixo”; até postagens moralistas e virulentas contra a reportagem: “Depois de vêr (sic) o fantástico tentar profissionalizar a pedofilia, chegamos a conclusão que existe vida fora dessa emissora”.

Veja alguns exemplos abaixo:

Fantástico defende ideologia de gênero como "brincadeira de criança" http://fb.me/2jXIEpO9X 

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Fantástico defende ideologia de gênero como "brincadeira de criança"

Globo transforma programa de maior audiência da TV em panfleto ideológico

noticias.gospelprime.com.br
 

 

Globo e Veja esta semana lidando com o fascismo que ajudaram a tirar do armário. Olha os posts com 

 

 

Emissora lixo defendendo pedofilia, artistas vagabundos coloquem vcs seus filhos pra brincar com homem nú 

 

 

 

 

A emissora que faz homenagens a traficantes, apoia a pedofilia, quer induzir a identidade de gênero NÃO NOS REPRESENTA! 

 

 

 criou uma legiao de PATOS SELVAGENS ..agora esta levando uma invertida daquelas ..
Na boa ....nem ligo......

 

 

IDEOLOGIA DE GÊNERO, ADORA BANDIDO, E AGORA É PRO PEDOFILIA... ESSA É A 

RED ESGOTO DE TELEVISÃO

 

 

Num país de 90% cristão, casal do mesmo sexo é contra nossa crença, mais se falar isso é homofóbico 

 

 

 

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