Globo quer usar pedalinho para condenar Lula

Agora que as delações da Odebrecht terão que vir para São Paulo, a Globo apela para os pedalinhos do sítio de Atibaia (SP); para o jornal da família Marinho, as novas provas são as viagens feitas por Lula ao sítio de Atibaia, além de notas fiscais e bens pessoais pertencentes à família de Lula encontrados no local, como os pedalinhos que ficavam em um lago, e até mesmo a instalação de câmaras de segurança necessárias á segurança do ex-presidente

Agora que as delações da Odebrecht terão que vir para São Paulo, a Globo apela para os pedalinhos do sítio de Atibaia (SP); para o jornal da família Marinho, as novas provas são as viagens feitas por Lula ao sítio de Atibaia, além de notas fiscais e bens pessoais pertencentes à família de Lula encontrados no local, como os pedalinhos que ficavam em um lago, e até mesmo a instalação de câmaras de segurança necessárias á segurança do ex-presidente
Agora que as delações da Odebrecht terão que vir para São Paulo, a Globo apela para os pedalinhos do sítio de Atibaia (SP); para o jornal da família Marinho, as novas provas são as viagens feitas por Lula ao sítio de Atibaia, além de notas fiscais e bens pessoais pertencentes à família de Lula encontrados no local, como os pedalinhos que ficavam em um lago, e até mesmo a instalação de câmaras de segurança necessárias á segurança do ex-presidente (Foto: Paulo Emílio)

247 - Após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar o envio dos anexos da Odebrecht que não tem relação direta coma Petrobras para a primeira instância da Justiça Federal em São Paulo, reduzindo a atuação de Sérgio Moro, o jornal o Globo volta a assestar as baterias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para o jornal da família Marinho, as novas provas são as viagens feitas por Lula ao sítio de Atibaia, além de notas fiscais e bens pessoais pertencentes à família de Lula encontrados no local, como os pedalinhos que ficavam em um lago, e até mesmo a instalação de câmaras de segurança.

Ainda de acordo com o Globo, as provas também envolvem mensagens eletrônicas sobre reformas que teriam sido realizadas na sede do Instituto Lula, bem como a compra de um imóvel para abrigar o instituto. O ex-ministro Antonio Palocci, que assinou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, também teria citado a compra do prédio em seu depoimento.

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