Globo: Temer leiloa Amazônia para comprar votos na Câmara

"Um presidente ávido por garantir votos na Câmara que bloqueiem o envio ao Supremo da segunda acusação contra ele da Procuradoria-Geral da República, que está a caminho, volta a alterar normas para a Amazônia. Desta vez, a fim de permitir a entrada de mineradoras em área sensível. Mesmo sem o aval do Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho", diz editorial do jornal

"Um presidente ávido por garantir votos na Câmara que bloqueiem o envio ao Supremo da segunda acusação contra ele da Procuradoria-Geral da República, que está a caminho, volta a alterar normas para a Amazônia. Desta vez, a fim de permitir a entrada de mineradoras em área sensível. Mesmo sem o aval do Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho", diz editorial do jornal
"Um presidente ávido por garantir votos na Câmara que bloqueiem o envio ao Supremo da segunda acusação contra ele da Procuradoria-Geral da República, que está a caminho, volta a alterar normas para a Amazônia. Desta vez, a fim de permitir a entrada de mineradoras em área sensível. Mesmo sem o aval do Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho", diz editorial do jornal (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em editorial publicado nesta quinta-feira 31, o jornal O Globo critica o fato de Michel Temer leiloar a Amazônia, cedendo a grupos antipreservação, a fim de obter votos na Câmara. "Os riscos são grandes", prevê.

"Um presidente ávido por garantir votos na Câmara que bloqueiem o envio ao Supremo da segunda acusação contra ele da Procuradoria-Geral da República, que está a caminho, volta a alterar normas para a Amazônia. Desta vez, a fim de permitir a entrada de mineradoras em área sensível. Mesmo sem o aval do Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho", diz o texto.

"É ilusão manter a Amazônia como um gigantesco jardim botânico. A floresta precisa ser explorada, em benefício da sociedade, mas sob extremo cuidado e com sólido embasamento científico. Não é o que tem acontecido em vários lugares, na região. E tampouco isso será patrocinado por um governo com prazo curto de validade — até dezembro de 2018 —, e uma agenda de reformas grave e urgente, mas cujo presidente só pensa em se manter no cargo a qualquer custo", aponta o Globo.

Leia aqui a íntegra.

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