Helena Chagas: agenda agora é de Rodrigo Maia

A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avaliou que o resultado da votação da Câmara dessa quarta-feira, 25, mostrou que embora Michel Temer tenha se livrado da denúncia, ele perdeu o poder político para conduzir a agenda do País; "Se os 263 votos para enterrar a primeira denúncia ficavam perigosamente perto da maioria absoluta da Câmara – e muito longe do necessário para aprovar uma emenda constitucional -, agora fica claro que o Planalto não alcança nem os 257 necessários para se fazer qualquer coisa no plenário da Câmara", diz Chagas; "A agenda agora é de Rodrigo Maia" 

A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avaliou que o resultado da votação da Câmara dessa quarta-feira, 25, mostrou que embora Michel Temer tenha se livrado da denúncia, ele perdeu o poder político para conduzir a agenda do País; "Se os 263 votos para enterrar a primeira denúncia ficavam perigosamente perto da maioria absoluta da Câmara – e muito longe do necessário para aprovar uma emenda constitucional -, agora fica claro que o Planalto não alcança nem os 257 necessários para se fazer qualquer coisa no plenário da Câmara", diz Chagas; "A agenda agora é de Rodrigo Maia" 
A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avaliou que o resultado da votação da Câmara dessa quarta-feira, 25, mostrou que embora Michel Temer tenha se livrado da denúncia, ele perdeu o poder político para conduzir a agenda do País; "Se os 263 votos para enterrar a primeira denúncia ficavam perigosamente perto da maioria absoluta da Câmara – e muito longe do necessário para aprovar uma emenda constitucional -, agora fica claro que o Planalto não alcança nem os 257 necessários para se fazer qualquer coisa no plenário da Câmara", diz Chagas; "A agenda agora é de Rodrigo Maia"  (Foto: Aquiles Lins)

247 - A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avaliou que o resultado da votação da Câmara dessa quarta-feira, 25, mostrou que embora Michel Temer tenha se livrado da denúncia, ele perdeu o poder político para conduzir a agenda do País. 

"Se os 263 votos para enterrar a primeira denúncia ficavam perigosamente perto da maioria absoluta da Câmara – e muito longe do necessário para aprovar uma emenda constitucional -, agora fica claro que o Planalto não alcança nem os 257 necessários para se fazer qualquer coisa no plenário da Câmara", diz Chagas. 

A jornalista lembra que o crescimento da oposição, que teve 233 votos, e os discursos daqueles que enunciavam voto contra Temer deixaram claro a enorme dificuldade para votar reformas como a da Previdência. 

"Rei morto, rei posto. O placar eletrônico nem esfriou ainda e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que fez uma condução correta da votação mas não trabalhou por Temer, já estava dando entrevista sobre a reforma de Previdência – que só tem alguma chance se for conduzida por ele. A agenda agora é de Rodrigo Maia", afirma. 

Leia o texto na íntegra em Os Divergentes

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